e a biblia não relata que Adão é pai de todo vivente.Se você tem um pouco de bom senço,o Epirito Santo vai te mostrar que ai ha um mistério.)
João-1:1-NO princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.
Jõao-1:14- E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.
Gênesis-1:3- E disse Deus: Haja luz; e houve luz. (Ouvi lus pela palavra de Deus e esta palavra é Cristo.)
Gênesis: 3 :1 -ORA, a serpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o SENHOR Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do jardim? (você pode perceber que a serpente,converssava como nos e teve um dialago com Eva, falando a verdade da palavra Deus, e seduzindo ha Eva ha fazer o contrário que Deus disse, torcendo apalavra de Deus em partes. Porque em outras parte ela disse aquilo que éra a averdade falando a palavra de Deus que não podia fazer.Assim são as religiões, eles pregão apalavra de Deus em parte serta e outra enganan, para se beneficiar dela fas do evangelhio um meio de se prosperar, é o mesmo espirito que a serpente tinha. Engana as pessoa mas não pode enganar os filhos de Deus quanto mas ha Ele, e não sabe que eles proprio esta sendo engandos.)
Gênesis-3 :2 -E disse a mulher à serpente: Do fruto das árvores do jardim comeremos,
3 Mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis para que não morrais.
80 Agora, nesta "hibridação". Vocês sabem, Eva foi a mãe da "hibridação". Ela deixou a raça humana híbrida. Vocês sabem, depois dela ter feito esta coisa maligna e... (Eu sei que isto está sendo gravado então deixaremos isto de uma forma como para os bebês para eles, se vocês querem). Mas quando ela teve este primeiro caso com a serpente, que não era uma serpente, um réptil... A Bíblia diz que ele era o mais sutil de todas as bestas do campo. A ciência está tentando descobrir agora, os ossos de alguma criatura entre o macaco e o homem e aplicando isto a uma raça de cor e assim por diante. Eles estão ignorantes como vieram. A serpente era um homem.
81 O sangue de um animal não se mistura com o sangue de um humano. Não senhor. Mas esta espécie estava tão próxima dali até que realmente misturou, e Satanás sabia disto - um grande companheiro gigante.
82 Não foi estranho que eles encontraram grandes gigantes na terra após isto? Eu gostaria que Josephus, o escritor, tivesse pensado nisto. De onde vieram aqueles gigantes? A semente da serpente. A Bíblia diz que Ele causaria a semente da serpente... a semente da serpente, a serpente tinha uma semente, e a semente da mulher... mas é melhor deixarmos isto de um lado. Eles não crêem nisto, então nós simplesmente os levaremos em uma forma para bebês. Mas quando ela fez aquilo, ela poluiu toda a coisa.
83 Agora, não entre naquela coisa ridícula, por favor, de uma macieira. Como eu sempre disse, "Se comer maçãs faz com que mulheres vejam que estão nuas, é melhor eles começarem a distribuir maçãs por aí outra vez, porque já é hora. Eu não digo isto para ser rude mas estou dizendo para chegar a um ponto, isto é a verdade! Não foi maçãs. Não vamos chegar ao ridículo a respeito disto. Não foi uma macieira; mas vamos levar isto em outra árvore para que possamos trazer isto e completar o nosso tema.
84 Tomemos a árvore da fé, que Eva tomou desta árvore proibida da incredulidade. Então poderemos tirar o tema. Foi a fé. Ela descreu na Palavra de Deus. Deus disse que tal e tal coisa aconteceria. Ela devia ter deixado isto de um lado. Ela devia ter crido da maneira que Deus disse aquilo. Mas não, Satanás veio com a sua teologia; e ela misturou isto e deu a Adão, e isto causou uma fé híbrida. Isto é o que a igreja tem recebido hoje (a então chamada igreja) - uma fé híbrida. Está misturada com o medo, dúvidas, frustrações; se isto fosse fé genuína, isto não abalaria. Quando Deus dissesse qualquer coisa, isto seria daquela maneira. Mas vejam, ela misturou isto - tomou o que Deus disse e o que Satanás disse, bateu isto junto, e disse, "Aqui está".
85 Esta é a maneira que muitas pessoas fazem hoje. Vêem, eles tomam o que a Bíblia diz e o que o homem diz - faz uma fé híbrida. E quando eles fazem, eles trazem isto de volta... Oh, isto faz uma bonita igreja. Claro, mas não há nenhuma Vida nisto - morte! Uma fé híbrida: "Oh, eu realmente creio que Deus era, sim; mas agora Ele não é um curador hoje". Isto é fé híbrida. "Eu creio que Ele deu o Espírito Santo aos Pentecostais lá atrás no Dia de Pentecostes, mas isto não é para nós hoje". - Uma fé híbrida! Condenada por Deus. Híbrido! Não é bom. Fique longe disto! É maligno. Isto se transforma em dúvidas. "Talvez eu subirei e ficarei curado. Talvez o Senhor me curará". Isto é fé híbrida. Não é boa. Isto é fé igreja. Nos queremos a fé de Deus. Deus disse algo, e esta é a verdade; fique com isto. Amém!
86 OH, EU GOSTARIA QUE MINHAS PALAVRAS FOSSEM ESCRITAS COM CANETA DE FERRO. FIQUE COM O QUE DEUS DISSE; É A VERDADE.
200 Agora para você que diz que é errado ser representado por Adão como pecador, e que tal a representação que temos a salvação, também? Você não pode salvar a si mesmo da mesma forma que você não poderia tomar a correria da sua botina e pular para a lua com ela. Você não pode... Você nasceu em pecado; para começar você é um renegado. Cada um de nós! E não podemos fazer nada por nós mesmos. E como sermos salvos? Um veio para nos representar - Jesus. Ele veio para nos representar diante de Deus, como filhos e filhas de Deus. E Ele enviou o Seu Espírito, agora que Ele está pairando sobre o lugar, tentando nos trazer de volta ao nascimento, para ser... morrer para nós mesmos e nascermos de novo para sermos filhos e filhas de Deus; para tomar a Deus em Sua Palavra; para crer na Palavra de Deus.
201 Agora, se tivéssemos condenação pela representação, nós também... Como temos condenação? Por causa do "híbrido" - nascendo no mundo com as coisas de Deus. É assim que temos isto. Agora como nos afastamos do "híbrido"? Deixe de um lado aquela coisa híbrida. Volte para isto; para a Palavra de Deus que é a Verdade. Cada Palavra do homem é mentira; o que Deus diz é a verdade. Permaneça bem com isto. Isto faz com que você nasça de novo a isto. Há um caminho preparado. Um de pé no Trono de Deus nesta manhã para te representar. Seu pai e sua mãe te representaram como Adão e Eva. Isto é certo. Quando você nasceu no mundo. O santo matrimônio; foi ordenado por Deus para trazer filhos. Agora você está bem de volta ao mesmo ponto que você estava no Jardim do Éden como Adão e Eva - vocês são filhos e filhas de Deus.
202 Você está bem de volta às duas árvores. Uma delas era a Árvore do Conhecimento e a outra era da Vida. Agora, você deseja ir pela maneira cientifica de "hibridação"? Veja onde você chegará. Que espécie de confusão o homem entrou com esta "hibridação"? Que tipo de confusão ele entrou com o seu próprio conhecimento? Em vez de ser simplesmente um filho, humilde dependendo de Deus, ele está tentando tomar a ciência e partir um átomo. Veja em que confusão ele está agora mesmo. Deus simplesmente o deixa destruir a si mesmo, isto é tudo.
203 O homem se destruiu no princípio, se separou de Deus do companheirismo através da Árvore do Conhecimento.
204 Saia desta árvore híbrida! Chegue até aqui para o fruto original que tem Vida nele. Coma Dele. Disse Jesus. "Eu sou o Pão da Vida que veio de Deus dos Céus. Seus pais realmente comeram do maná do deserto", (Não estando misturado com fé) "Comeram o maná do deserto e todos eles estão mortos. Mas Eu Sou o Pão da Vida que veio de Deus do Céu. Aquele que comer deste Pão tem Vida Eterna. Eu o levantarei nos últimos dias. Ele nunca perecerá, ele tem vida eterna". Vamos à Árvore nesta manhã. Vamos afastar do que o homem diz. Vamos afastar do que as igrejas dizem. Vamos voltar e tomar a Bíblia, e crer na Bíblia. Está muito tarde agora para sairmos fazendo confusão. Vêem?
A CRUELDADE DO PECADO, E A PENA QUE CUSTOU PARA AFASTAR O PECADO DE NOSSAS VIDAS :
106 Eu creio que o grande Querubim estava do lado leste do portão, e aquela Espada girando de um lado para o outro, guardando aquele portão ali de entrada para o Éden. Observem, Fogo, o Fogo do Espírito Santo guardando o portão.
107 E, hoje, é isso o que guarda o portão. Se você tem medo do Espírito Santo e Fogo, você nunca entrará. Ardente, é a Espada de Deus! Deus é um Fogo consumidor, vigiando aquela Árvore, guardando a Árvore da Vida.
A fé Perfita:
48 Jesus teve fé na Palavra de Deus que disse o que e era. Disse: "De mim está escrito..." Não falou Davi Dele ali nos Salmos e também todos os profetas? Disse: " Eu sou o pão da vida que vem de Deus, dos Céus." Amém! "(Eu sou a Árvore da vida do Jardim do éden. )Eu sou todas estas coisas. Eu sou o que sou." E Ele sabia pela Fé Perfeita que Ele era o Messias ungido e que o Espírito de Deus estava sobre Ele. Ele disse: "Eu de mim mesmo não faço nada, porém é minha fé em Deus". Deus estava Nele, a Palavra manifestada. E quando a Palavra de Deus entra em você, então é manifestada porque você é um crente. E um crente é "a fé de Deus que se mover em você." Lhes agrada isto? Me agrada o ensinamento do que verdadeiramente é a fé, e conhecendo quem foi Ele.
282 Vejamos, Isaias, no capítulo 6... Este jovem profeta havia estado reclinado nos braços de um bom rei, e ele trazia consigo todos os tipos de boas roupas. E ele era um profeta, e ele progrediu ali. Mas um dia o rei morreu, então ele teve que -- ele teve que se arranjar por si mesmo. Então ele desceu até o templo para orar. Pois ele começou a se afastar do lugar de onde estava o rei então, para obter um... O bom velho rei, era um homem bom e santo. Mas ele saiu e viu como as pessoas estavam vivendo, então ele desceu até o templo. Agora, ouçam.
No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi ao Senhor assentado sobre um alto e sublime trono; e o seu séquito enchia o templo. (Glória.)
283 O que é "Seu séquito"? Aí está, Anjos, Seres, o Seu séquito que O seguia. Séquito é o que vem atrás (vêem?), (Seu séquito enchia o templo.)
Os serafins estavam acima dele; cada um tinha seis asas: com duas cobriam os seus rostos,... com duas cobriam os seus pés, e com duas voavam.
E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, santo, santo é o Senhor dos Exércitos; toda a terra está cheia de sua... glória.
E os umbrais das portas se moveram com a voz do que clamava, e a casa se encheu de fumo. (Que coisa. Oh, que coisa.)
284 Aquilo mostra que suas visões são exatamente as mesmas para cada um daqueles homens. "Santo, santo, santo." Eles eram incansáveis, dia e noite, "Santo, santo, santo ao Senhor."
285 Vamos voltar apenas um minuto agora, para termos certeza de estarmos com estes personagens corretos. A primeira vez que estes guardas foram mencionados foi em Gênesis. Agora, recordem, tudo que pregamos tem que vir de Gênesis a Apocalípse. Toda vez que você tiver uma dúvida, venha e me pergunte. Vêem? Isso deve ser toda a Bíblia, não apenas parte dela, porque Deus não muda. O que Ele era em Gênesis, Ele é hoje, e Ele foi no meio da era. Ele é sempre o mesmo. Vêem? Agora, em Gênesis quando estes querubins... Foi assim que eu os encontrei, eu tive de voltar para descobrir o que eles eram no princípio.
286 Vamos abrir em Gênesis 3:24, só por um momento agora: Gênesis capítulo 3 versículo 24. Você ama isto? [A congregação responde: "Amém." -- Ed.] Correto. Agora, vamos começar com o versículo 22. Eu -- eu apenas gosto disto. Isto é algo que simplesmente desejo colocar aqui, só um pouquinho a mais, mas isto fará muito bem algum dia.
Então, disse o Senhor: eis que o homem é como um de nós,...
287 Agora, meus amados e preciosos e queridas irmãs (deixe-me colocar isto assim.), não pense que estou colocando o reflexo sobre a -- lealdade e graciosidade, da jóia preciosa das qualidades femininas. Estou tentando mostrar aqui que uma mulher... Por favor. E para vocês nas fitas, vocês mulheres que estarão ouvindo esta fita. Não estou tentando desprezá-las; sou apenas um servo do Senhor para trazer Luz. A mais baixa e imoral, e a coisa mais imunda na terra é uma mulher quando ela é sem moral. E a jóia mais preciosa que há para um homem, fora de sua salvação, é uma boa mulher. E estou falando para aquela baixa, imoral, degradada... E eu vou te mostrar bem aqui enquanto estamos nisto, posso tão bem te mostrar por que eu... que a Bíblia ensina que as mulheres não sejam pregadoras, pastoras, ensinadoras, ou nada mais na igreja. Agora, apenas ouçam a isto.
Então, disse o Senhor: eis que o homem é como um de nós,... (Agora, ele nunca disse que a mulher era como uma de nós, o homem é como um...)... sabendo o bem e o mal:... (A mulher não; ela foi enganada. Vê você isto?)
288 Agora, Paulo disse: "Não permito que a mulher ensine ou use de qualquer autoridade, apodere-se de qualquer autoridade, porém -- pois Adão foi primeiro formado e então Eva. E Adão não foi enganado, mas a mulher foi enganada." Então ela não se tornou uma de Deus. Ela não sabia a diferença; ela foi enganada. Você captou isto? Se entendeu, diga "amém," então eu... [A congregação responde: "Amém." -- Ed.]
...o Senhor disse: eis que o homem é como... um de nós, sabendo o bem e o mal; E sabe... e agora, para que não estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente, o Senhor Deus, o lançou fora do jardim do Éden, para lavrar a terra, de que fora tomado.
E, havendo lançado fora o homem, pôs querubins ao oriente do jardim do Éden e uma espada inflamada que andava ao redor,... (Vêem as quatro bestas? Há somente quatro lados que você pode ir, vejam: leste, norte, oeste, e sul. Estes querubins tinham espadas inflamadas na porta do jardim)... para guardar o caminho da árvore da vida. (Porque se o homem pudesse alguma vez ter acesso à Árvore da Vida, então ele poderia viver para sempre.)
289 E estes querubins, primeiramente mencionados, foram colocados no portão oriente do jardim, indo para os quatro lados. Eu deveria ter feito isto um pouquinho diferente daquilo; eu não consigo executar exatamente as ordens de Deus e coisas assim, mas eu -- eu apenas... assim vocês saberão o que eu quero dizer. Aí está o jardim do Éden. (O irmão Branham está desenhando no quadro negro -- Ed.) E este é o portão bem aqui, a abertura é por aqui, a abertura do portão, e neste portão havia querubins -- querubins. E recordem, ali não diz "um querubim," ela diz: "querubins." Os querubins foram posicionados ali para guardarem o que? A Árvore da Vida. Era isto que eles tinham que guardar, a Árvore da Vida. O Caminho, Quem é o Caminho? Jesus. De onde isto reflete? Aqui está o lugar santo; aqui estão os querubins.
290 Agora, observe, anote tudo isto. Aqui está o santo dos santos. Este é o santo dos santos, santo dos santos; este é o lugar santo; e aqui está o mar; e aqui está a luz, castiçais, os sete que refletem a Luz daqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui, aqui. Vêem? O que eles refletem? Eles estão guardando e refletindo com fogo de Deus o Caminho para a Árvore da Vida. Vejam, isto não pode vir daqui, seminário presbiteriano ou um seminário pentecostal; isto tem que vir daqui, refletindo a Luz. Correto.
291 Você observou, estes -- estes querubins que João viu aqui estavam interessados em guardar a Árvore da Vida, então eles deviam estar interessados em seres humanos. Ou leia Gênesis, voltando a Gênesis novamente; Eles guardavam aquela Árvore da Vida, a vigiavam, o Caminho da Vida, o Caminho da Vida. Como é o Caminho? Jesus disse: "Eu sou aquele Caminho. Eu sou aquele Pão que veio de Deus do céu. Se algum homem comer deste Pão, ele viverá para sempre." Agora, há um caminho de volta àquela Árvore da Vida. Você compreendeu isto?
292 Agora, nisto eu quero mostrar agora e deixar isto claro, é um altar. Agora, isto pode ter sido um altar no jardim do Éden. Lhe direi porque. Você recorda que ambos, Caim e Abel, subiram até aqui para adorar? Então aquilo mostrou que o altar de Deus foi mudado e colocado aqui no jardim do Éden, e o único caminho de volta para o Éden é através do altar. Aqui está você novamente (vêem?), de volta ao Éden através do altar. E eles tinham que conservar aquele caminho ali, guardá-lo, pois eles não podiam voltar ali até que este altar fosse coberto com sangue.
293 (Ó Deus, não podem as pessoas verem isto?) Vêem? Nada a não ser o Sangue. Tem que haver uma expiação, um lugar de misericórdia ali; este altar de julgamento tem se tornado um trono de misericórdia; e quando este altar, se o sangue for suspenso, ali estará naquele dia de julgamento o fogo da ira de Deus para guardar aquela Árvore novamente. A única coisa que entrará neste portão para o Éden novamente, será através do Sangue de Jesus Cristo.Vê você isto?
294 Agora observe. Sim, agora Caim... oh, aqui está Caim, e aqui está Abel: Abel. Correto. Agora, ambos os rapazes subiram até este portão para adorar. É isto correto? Então este deve ter sido o altar de Deus. É isto correto? E diante deste altar eles construíram substutivamente, outro altar. Aqui está o verdadeiro altar de Deus, está no coração do homem. Então há outro altar aqui embaixo, que estava representando o santo dos santos no lugar santo.
A Ivasão dos Estdos Unidos:
28 E a Bíblia disse: "No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus, e a Palavra era Deus." Está vendo? Está vendo? "E a Palavra foi feita carne e habitou entre nós."
29 Se nós pensássemos, é a própria terra sobre a qual nós estamos vivendo, esta manhã, é a Palavra de Deus. Aquela árvore é a Palavra de Deus. E você, o seu corpo, é a Palavra de Deus. Deus falou para que existisse assim, fez isto do nada; o que, não havia nada.
A Maior Batalha Jamais Pelejada:
148 Ele faz o mesmo cada vez. Agora, não foi que ele esteve em desacordo com a Palavra; mas, ele a desviou um pouquinho para que soasse como ele o desejava, não tomando-a completamente. Em Gênesis três, verso quatro, temos o texto: Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis.
149 Vê você quão suave falou? "Oh, nós cremos que os dias dos milagres tem passado. Nós não cremos em tal coisa como isso de pessoa recebendo o Espírito Santo como o receberam no dia de Pentecostes. E da maneira como você for batizado está bem; pois não importa". Você pode ver a esse demônio? Vê você sua tática? Se o médico disse a você que não pode ser curada, isto põe fim ao assunto. Agora, não estamos desacreditando em nada ao médico; pois ele está operando pelo meio científico, e na verdade tem feito todo o possível para salvar essa vida, porque ele não sabe fazer outra coisa. Ele chegou ao fim de seu conhecimento, e ele é um homem sumamente honesto.
150 Agora, quanto à Arvore da Ciência, está bem; porém você deve ir com ela até onde se deve ir; logo, mude para a Árvore da Vida, e continue adiante. Amém! Pois a Ciência só pode servir até certo ponto.
151 Agora, quais são as táticas de Satanás? Que foi o que ele disse? Observem bem enquanto lemos desde o primeiro versículo:
152 Ora, a serpente era mais astuta que todas as alimarias do campo que o Senhor Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda árvore do jardim?
153 Vêem vocês as coisas vis que fala? Vejam como ele adorna a Palavra. E, que está tratando de fazer? Está tratando de entrar em sua mente. Está falando à Eva depois que a Palavra havia sido estabelecida. Não permita você que Satanás estabeleça NADA. Mas mantenha você bem estabelecida a Palavra de Deus em seu coração. Todos vocês, os Micaías, façam assim. Veja bem:
E disse a mulher à serpente: Do fruto das árvores do jardim do comeremos;
Mas do fruto da árvore que está no meio vê onde está? Em meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis, para que não morrais (Agora, essa é a Palavra, e Eva a está citando à serpente. Veja bem:)
Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis.
154 Vêem vocês as táticas? Que estava tratando de fazer? Ele estava tratando de ungir a essa preciosa mulher, filha de Deus, com incredulidade à Palavra. Isso é exatamente o que Ele estava tratando de fazer. E tu irmãzinha, aí nesta cama, ele está tratando de que tu faças o mesmo; e assim é com cada um de vocês; ele está tratando de ungir-lhes. O único que deve fazer você... Você é uma pessoa com livre arbítrio, e pode aceitá-lo se assim o deseja; porém estou lhes aconselhando: LANCEM ISSO FORA!
Gênesis-3:4- Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis. (ve você o engano)
5 Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal. (ele esta falando ha verdade ele conhece ha verdade so que ele não pode viver ha vedade, esta é ha diferência.)
6 E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela.
7 Então foram abertos os olhos de ambos, e conheceram que estavam nus; e coseram folhas de figueira, e fizeram para si aventais.
8 E ouviram a voz do SENHOR Deus, que passeava no jardim pela viração do dia; e esconderam-se Adão e sua mulher da presença do SENHOR Deus, entre as árvores do jardim.
9 E chamou o SENHOR Deus a Adão, e disse-lhe: Onde estás?
10 E ele disse: Ouvi a tua voz soar no jardim, e temi, porque estava nu, e escondi-me.
11 E Deus disse: Quem te mostrou que estavas nu? Comeste tu da árvore de que te ordenei que não comesses?
12 Então disse Adão: A mulher que me deste por companheira, ela me deu da árvore, e comi.
13 E disse o SENHOR Deus à mulher: Por que fizeste isto? E disse a mulher: A serpente me enganou, e eu comi.
14 Então o SENHOR Deus disse à serpente: Porquanto fizeste isto, maldita serás mais que toda a fera, e mais que todos os animais do campo; sobre o teu ventre andarás, e pó comerás todos os dias da tua vida.
15 E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.
16 E à mulher disse: Multiplicarei grandemente a tua dor, e a tua conceição; com dor darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará.
17 E a Adão disse: Porquanto deste ouvidos à voz de tua mulher, e comeste da árvore de que te ordenei, dizendo: Não comerás dela, maldita é a terra por causa de ti; com dor comerás dela todos os dias da tua vida.
18 Espinhos, e cardos também, te produzirá; e comerás a erva do campo.
19 No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás.
20 E chamou Adão o nome de sua mulher Eva; porquanto era a mãe de todos os viventes.
21 E fez o SENHOR Deus a Adão e à sua mulher túnicas de peles, e os vestiu.
22 Então disse o SENHOR Deus: Eis que o homem é como um de nós, sabendo o bem e o mal; ora, para que não estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente,(O que ha serpente disse para Eve aconteceu poque ele é sábio nas coisas do mundo cuidado com ele.)
23 O SENHOR Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden, para lavrar a terra de que fora tomado.
24 E havendo lançado fora o homem, pôs querubins ao oriente do jardim do Éden, e uma espada inflamada que andava ao redor, para guardar o caminho da árvore da vida.
1 ORA, a serpente era mais astuta que todas as alimárias do campo que o SENHOR Deus tinha feito. E esta disse à mulher: É assim que Deus disse: Não comereis de toda a árvore do jardim?
2 E disse a mulher à serpente: Do fruto das árvores do jardim comeremos,
3 Mas do fruto da árvore que está no meio do jardim, disse Deus: Não comereis dele, nem nele tocareis para que não morrais.
4 Então a serpente disse à mulher: Certamente não morrereis.
5 Porque Deus sabe que no dia em que dele comerdes se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal.
6 E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela.
7 Então foram abertos os olhos de ambos, e conheceram que estavam nus; e coseram folhas de figueira, e fizeram para si aventais.
8 E ouviram a voz do SENHOR Deus, que passeava no jardim pela viração do dia; e esconderam-se Adão e sua mulher da presença do SENHOR Deus, entre as árvores do jardim.
9 E chamou o SENHOR Deus a Adão, e disse-lhe: Onde estás?
10 E ele disse: Ouvi a tua voz soar no jardim, e temi, porque estava nu, e escondi-me.
11 E Deus disse: Quem te mostrou que estavas nu? Comeste tu da árvore de que te ordenei que não comesses?
12 Então disse Adão: A mulher que me deste por companheira, ela me deu da árvore, e comi.
13 E disse o SENHOR Deus à mulher: Por que fizeste isto? E disse a mulher: A serpente me enganou, e eu comi.
14 Então o SENHOR Deus disse à serpente: Porquanto fizeste isto, maldita serás mais que toda a fera, e mais que todos os animais do campo; sobre o teu ventre andarás, e pó comerás todos os dias da tua vida.
15 E porei inimizade entre ti e a mulher, e entre a tua semente e a sua semente; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar.
16 E à mulher disse: Multiplicarei grandemente a tua dor, e a tua conceição; com dor darás à luz filhos; e o teu desejo será para o teu marido, e ele te dominará.
17 E a Adão disse: Porquanto deste ouvidos à voz de tua mulher, e comeste da árvore de que te ordenei, dizendo: Não comerás dela, maldita é a terra por causa de ti; com dor comerás dela todos os dias da tua vida.
18 Espinhos, e cardos também, te produzirá; e comerás a erva do campo.
19 No suor do teu rosto comerás o teu pão, até que te tornes à terra; porque dela foste tomado; porquanto és pó e em pó te tornarás.
20 E chamou Adão o nome de sua mulher Eva; porquanto era a mãe de todos os viventes.
21 E fez o SENHOR Deus a Adão e à sua mulher túnicas de peles, e os vestiu.
22 Então disse o SENHOR Deus: Eis que o homem é como um de nós, sabendo o bem e o mal; ora, para que não estenda a sua mão, e tome também da árvore da vida, e coma e viva eternamente,
23 O SENHOR Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden, para lavrar a terra de que fora tomado.
24 E havendo lançado fora o homem, pôs querubins ao oriente do jardim do Éden, e uma espada inflamada que andava ao redor, para guardar o caminho da árvore da vida.
II Corintios: 11 :3- Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos, e se apartem da simplicidade que há em Cristo.
ITimóteo:2 :13 Porque primeiro foi formado Adão, depois Eva.
14 E Adão não foi enganado, mas a mulher, sendo enganada, caiu em transgressão. .
I João-3:12 Não como Caim, que era do maligno, e matou a seu irmão. E por que causa o matou? Porque as suas obras eram más e as de seu irmão justas.
(você entendeu porque Eva é mãe de todo vivente e Adão não é pai de todo vivente.Porque todos vierão de Eva e não de Adão. Caim é filho do maligno e não de Adão,por-isso ele naõ é pai de todo vivente.)
João-8:1-JESUS, porém, foi para o Monte das Oliveiras.
2 E pela manhã cedo tornou para o templo, e todo o povo vinha ter com ele, e, assentando-se, os ensinava.
3 E os escribas e fariseus trouxeram-lhe uma mulher apanhada em adultério;
4 E, pondo-a no meio, disseram-lhe: Mestre, esta mulher foi apanhada, no próprio ato, adulterando.
5 E na lei nos mandou Moisés que as tais sejam apedrejadas. Tu, pois, que dizes?
6 Isto diziam eles, tentando-o, para que tivessem de que o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, escrevia com o dedo na terra.
7 E, como insistissem, perguntando-lhe, endireitou-se, e disse-lhes: Aquele que de entre vós está sem pecado seja o primeiro que atire pedra contra ela.
8 E, tornando a inclinar-se, escrevia na terra.
9 Quando ouviram isto, redargüidos da consciência, saíram um a um, a começar pelos mais velhos até aos últimos; ficou só Jesus e a mulher que estava no meio.
10 E, endireitando-se Jesus, e não vendo ninguém mais do que a mulher, disse-lhe: Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou?
11 E ela disse: Ninguém, Senhor. E disse-lhe Jesus: Nem eu também te condeno; vai-te, e não peques mais.
12 Falou-lhes, pois, Jesus outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida.
13 Disseram-lhe, pois, os fariseus: Tu testificas de ti mesmo; o teu testemunho não é verdadeiro.
14 Respondeu Jesus, e disse-lhes: Ainda que eu testifico de mim mesmo, o meu testemunho é verdadeiro, porque sei de onde vim, e para onde vou; mas vós não sabeis de onde venho, nem para onde vou.
15 Vós julgais segundo a carne; eu a ninguém julgo.
16 E, se na verdade julgo, o meu juízo é verdadeiro, porque não sou eu só, mas eu e o Pai que me enviou.
17 E na vossa lei está também escrito que o testemunho de dois homens é verdadeiro.
18 Eu sou o que testifico de mim mesmo, e de mim testifica também o Pai que me enviou.
19 Disseram-lhe, pois: Onde está teu Pai? Jesus respondeu: Não me conheceis a mim, nem a meu Pai; se vós me conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu Pai.
20 Estas palavras disse Jesus no lugar do tesouro, ensinando no templo, e ninguém o prendeu, porque ainda não era chegada a sua hora.
21 Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Eu retiro-me, e buscar-me-eis, e morrereis no vosso pecado. Para onde eu vou, não podeis vós vir.
22 Diziam, pois, os judeus: Porventura quererá matar-se a si mesmo, pois diz: Para onde eu vou não podeis vir?
23 E dizia-lhes: Vós sois de baixo, eu sou de cima; vós sois deste mundo, eu não sou deste mundo.
24 Por isso vos disse que morrereis em vossos pecados, porque se não crerdes que eu sou, morrereis em vossos pecados.
25 Disseram-lhe, pois: Quem és tu? Jesus lhes disse: Isso mesmo que já desde o princípio vos disse.
26 Muito tenho que dizer e julgar de vós, mas aquele que me enviou é verdadeiro; e o que dele tenho ouvido, isso falo ao mundo.
27 Mas não entenderam que ele lhes falava do Pai.
28 Disse-lhes, pois, Jesus: Quando levantardes o Filho do homem, então conhecereis quem eu sou, e que nada faço por mim mesmo; mas falo como meu Pai me ensinou.
29 E aquele que me enviou está comigo. O Pai não me tem deixado só, porque eu faço sempre o que lhe agrada.
30 Dizendo ele estas coisas, muitos creram nele.
31 Jesus dizia, pois, aos judeus que criam nele: Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos;
32 E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.
33 Responderam-lhe: Somos descendência de Abraão, e nunca servimos a ninguém; como dizes tu: Sereis livres?
34 Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado.
35 Ora o servo não fica para sempre em casa; o Filho fica para sempre.
36 Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.
37 Bem sei que sois descendência de Abraão; contudo, procurais matar-me, porque a minha palavra não entra em vós.
38 Eu falo do que vi junto de meu Pai, e vós fazeis o que também vistes junto de vosso pai.
39 Responderam, e disseram-lhe: Nosso pai é Abraão. Jesus disse-lhes: Se fôsseis filhos de Abraão, faríeis as obras de Abraão.
40 Mas agora procurais matar-me, a mim, homem que vos tem dito a verdade que de Deus tem ouvido; Abraão não fez isto.
41 Vós fazeis as obras de vosso pai. Disseram-lhe, pois: Nós não somos nascidos de prostituição; temos um Pai, que é Deus.
42 Disse-lhes, pois, Jesus: Se Deus fosse o vosso Pai, certamente me amaríeis, pois que eu saí, e vim de Deus; não vim de mim mesmo, mas ele me enviou.
43 Por que não entendeis a minha linguagem? Por não poderdes ouvir a minha palavra.
44 Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira.
45 Mas, porque vos digo a verdade, não me credes.
46 Quem dentre vós me convence de pecado? E se vos digo a verdade, por que não credes?
47 Quem é de Deus escuta as palavras de Deus; por isso vós não as escutais, porque não sois de Deus.
48 Responderam, pois, os judeus, e disseram-lhe: Não dizemos nós bem que és samaritano, e que tens demônio?
49 Jesus respondeu: Eu não tenho demônio, antes honro a meu Pai, e vós me desonrais.
50 Eu não busco a minha glória; há quem a busque, e julgue.
51 Em verdade, em verdade vos digo que, se alguém guardar a minha palavra, nunca verá a morte.
52 Disseram-lhe, pois, os judeus: Agora conhecemos que tens demônio. Morreu Abraão e os profetas; e tu dizes: Se alguém guardar a minha palavra, nunca provará a morte.
53 És tu maior do que o nosso pai Abraão, que morreu? E também os profetas morreram. Quem te fazes tu ser?
54 Jesus respondeu: Se eu me glorifico a mim mesmo, a minha glória não é nada; quem me glorifica é meu Pai, o qual dizeis que é vosso Deus.
55 E vós não o conheceis, mas eu conheço-o. E, se disser que o não conheço, serei mentiroso como vós; mas conheço-o e guardo a sua palavra.
56 Abraão, vosso pai, exultou por ver o meu dia, e viu-o, e alegrou-se.
57 Disseram-lhe, pois, os judeus: Ainda não tens cinqüenta anos, e viste Abraão?
58 Disse-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou.
59 Então pegaram em pedras para lhe atirarem; mas Jesus ocultou-se, e saiu do templo, passando pelo meio deles, e assim se retirou.
Arvelação Dos Séte Selos- O Primeiro.
317 Agora, observe. Oh, que coisa, como podem fazer aquilo? Vêem? E seus desejos são realizados. Não, isto é verdade, e vocês não têm que fazer aquilo. Não, senhor. Se você não deseja fazer, você não é forçado a fazer aquilo. Se você não deseja corresponder com o modo de vida de Deus e coisas, e a adoração, você não tem que fazer isso. Deus não obriga ninguém a fazer isso.
318 Mas deixe-me lhe dizer uma coisa. Se seu nome foi colocado naquele Livro da Vida do Cordeiro antes da fundação do mundo, você ficará muito feliz em fazê-lo, você quase não consegue esperar até o momento de fazer aquilo.
319 Veja aqui. Quando você diz: "Eu te farei compreender; eu sou tão religioso!" Bem, isto pode ser verdade.
320 Veja aqui... Quem poderia dizer que aqueles sacerdotes não eram religiosos, nos dias do Senhor Jesus? Quem poderia dizer que Israel não era religioso, no deserto? Quando eles estavam mesmo. . .
"Ora, Deus me abençoou tantas vezes!"
321 Sim, Ele os abençoou também. Eles nem mesmo tinham que trabalhar para sobreviver. Ele os alimentou lá dos céus. E Jesus disse: "Todos eles pereceram e estão perdidos."
322 "Nossos pais," eles disseram, "comeram o maná no deserto por quarenta anos."
323 Jesus disse: "E eles estão todos mortos, eternamente separados." Vêem? Ele disse: "Mas Eu sou o Pão da Vida que veio de Deus, do céu. Se o homem comer deste Pão ele nunca morrerá." Vêem? Ele é a Árvore da Vida.
324 Observe como e quando Jesus veio. Aqueles sacerdotes, eles subiram ali, muito religiosos. Rapaz, ninguém podia dizer que eles não eram bons homens. Que coisa! Eles andavam na linha daquela lei. Tudo o que aquela igreja dizia, eles o faziam. Se eles não o fizessem, eles eram apedrejados. E então eles se foram... Você sabe de que Jesus os chamou? João os chamou: "Vós, raça de víboras! Não pensem vocês que porque pertencem àquela organização, que vocês têm alguma coisa a ver com Deus." E Jesus disse: "Tendes por pai o Diabo." Ele disse: "Cada vez que Deus enviou um profeta, o que aconteceu? Vocês o apedrejaram e o lançaram na sepultura. E agora vocês vão ali para polir o sepulcro deles."
325 Não é aquela a mesma coisa que a Igreja Católica tem feito? Veja Joana D’Arc, e São Patrício, e todo o restante deles. Eles foram aqueles que os colocaram lá dentro. E então desenterraram o corpo de Joana D’Arc e o jogaram no rio, umas duas centenas de anos depois. E a queimaram como uma bruxa.
326 "Tendes por pai o Diabo, e suas obras fazeis." Isto é exato. Vá ao redor de todo o mundo... Vêem? Isto é correto. Isto é o que Jesus disse.
327 E vocês pensam que isto está certo, parece muito bom, aquele cavalo branco. Mas veja o que você tem. Este é exatamente o que o está cavalgando. Agora, não obstante Ele disse que eles o queriam, então Ele lhes daria uma forte desilusão.
328 Recordem, esta prostituta de Apocalipse 17, ela foi um mistério, "Mistério, Babilônia, a mãe das prostitutas." E João a admirou. Exatamente como este homem... Veja, espere até chegarmos aqui e veja-o observando este cavalo aqui. Vêem? Mas você observou que ele estava... O que aconteceu foi isto: "Ele a admirou com grande admiração." Mas o mistério foi que "ela havia bebido o sangue dos mártires de Cristo." Uma linda igreja, estabelecida ali e adornada com púrpura e ouro, "E ela tinha uma taça em sua mão das imundícies de suas fornicações."
329 O que significa "fornicação"? É "vida iníqua." Esta é sua doutrina que ela estava dando, tomando a Palavra de Deus e tornando-A sem efeito através de algumas "Ave Marias," e todos estes outros tipos de tolices e repartindo isso. "E os reis da terra cometeram fornicações com ela." "Bem," você diz: "Esta é a Igreja Católica."
330 Mas ela era "a mãe das prostitutas," a mesma coisa que ela era. Aí está você.
Apocalipse-17
1 E VEIO um dos sete anjos que tinham as sete taças, e falou comigo, dizendo-me: Vem, mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta que está assentada sobre muitas águas;
2 Com a qual se prostituíram os reis da terra; e os que habitam na terra se embebedaram com o vinho da sua prostituição.
3 E levou-me em espírito a um deserto, e vi uma mulher assentada sobre uma besta de cor de escarlata, que estava cheia de nomes de blasfêmia, e tinha sete cabeças e dez chifres.
4 E a mulher estava vestida de púrpura e de escarlata, e adornada com ouro, e pedras preciosas e pérolas; e tinha na sua mão um cálice de ouro cheio das abominações e da imundícia da sua prostituição;
5 E na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande Babilônia, a mãe das prostituições e abominações da terra.
6 E vi que a mulher estava embriagada do sangue dos santos, e do sangue das testemunhas de Jesus. E, vendo-a eu, maravilhei-me com grande admiração.
7 E o anjo me disse: Por que te admiras? Eu te direi o mistério da mulher, e da besta que a traz, a qual tem sete cabeças e dez chifres.
8 A besta que viste foi e já não é, e há de subir do abismo, e irá à perdição; e os que habitam na terra (cujos nomes não estão escritos no livro da vida, desde a fundação do mundo) se admirarão, vendo a besta que era e já não é, mas que virá.
9 Aqui o sentido, que tem sabedoria. As sete cabeças são sete montes, sobre os quais a mulher está assentada.
10 E são também sete reis; cinco já caíram, e um existe; outro ainda não é vindo; e, quando vier, convém que dure um pouco de tempo.
11 E a besta que era e já não é, é ela também o oitavo, e é dos sete, e vai à perdição.
12 E os dez chifres que viste são dez reis, que ainda não receberam o reino, mas receberão poder como reis por uma hora, juntamente com a besta.
13 Estes têm um mesmo intento, e entregarão o seu poder e autoridade à besta.
14 Estes combaterão contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, porque é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão os que estão com ele, chamados, e eleitos, e fiéis.
15 E disse-me: As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, e multidões, e nações, e línguas.
16 E os dez chifres que viste na besta são os que odiarão a prostituta, e a colocarão desolada e nua, e comerão a sua carne, e a queimarão no fogo.
17 Porque Deus tem posto em seus corações, que cumpram o seu intento, e tenham uma mesma idéia, e que dêem à besta o seu reino, até que se cumpram as palavras de Deus.
18 E a mulher que viste é a grande cidade que reina sobre os reis da terra.
A REVELACAO DOS SETE SELOS - O PRIMEIRO SELO
E, havendo o Cordeiro aberto um dos selos, olhei, e ouvi um dos quatro animais, que dizia, vem... vê.
E olhei, e eis um cavalo branco;...
261 Agora, nós passaremos para o segundo verso.
...um cavalo branco; e o que estava assentado sobre ele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa,... (ele não a tinha até então)... e saiu vitorioso e para vencer.
262 Isso é tudo. Esse é o Selo. Agora, vamos encontrar os símbolos.
263 Nós descobrimos o que significa o trovão. Isto é perfeito; sabemos disto, vejam. O trovão foi a voz de Deus, quando o Selo foi aberto.
264 Agora, o que significa o cavalo branco? Agora, é aqui onde entra a revelação. Eu simplesmente estou tão certo disto como estou aqui de pé, sabendo que isto é a Palavra.
265 Eu li todos os livros que pude encontrar a respeito disto. E com uma... Eu ... A última vez que eu estava -- tentei entrar nisto, apenas ensinando, cerca de trinta anos atrás, eu tomei o livro... Alguém havia me dito que os adventistas tinham mais luz a respeito da segunda vinda de Cristo do que qualquer outra pessoa das demais, então eu tomei alguns de seus bons livros para lê-los. Eu apanhei o livro de Smith sobre Daniel, de revelações. E ele disse que este cavalo branco que seguiu, por ser branco, ele simbolizava um conquistador. E nesta conquista... Muitos de vocês, irmãos adventistas aqui, conhecem o livro, e muitos outros de vocês também já o leram. E -- e li outros dois ou três. Eu li, e eu não pude... Há mais dois livros que li, e os dois homens concordavam que aquilo estava correto. [O irmão Branham bate no púlpito cinco vezes - Ed.] Eram ótimos ensinadores, supostos a serem os melhores, com melhor luz. Então eu pensei: "Bem, se eu não sei, eu apenas direi o que eles disseram, tentarei ensinar isto dessa maneira."
266 E eles me deram uma explicação muito boa disto, o que isto realmente significava. E eles diziam: "Agora, aqui está um cavalo branco, e um cavalo branco é um poder, um cavalo de batalha." E diziam: "O homem que se assenta sobre o -- o cavalo branco era o Espírito Santo que seguiu adiante na era primitiva e conquistou aquela era para o reino de Deus. Ele tinha um arco em sua mão cujo significado era como um Cupido, Ele atirava flechas de amor nos corações das pessoas, o amor de Deus, e Ele conquistava."
267 Agora, aquilo soou muito bom, mas não é a Verdade. Não, senhor. Sim. Não era. Branco significa "justiça." Nós -- nós sabemos disto. O branco significa "justiça." Os ensinadores ensinaram isto, que isto era o Espírito Santo conquistando na primeira era; mas a minha revelação, disto através do Espírito Santo não é dessa maneira.
268 Minha revelação através do Espírito Santo é: Cristo e o Espírito Santo são a mesmíssima Pessoa, apenas em forma diferente. Então aqui está Cristo, o Cordeiro. Sabemos que Ele era o Cordeiro. Ele está aqui de pé com os Livros em Sua mão; e ali vai o cavaleiro do cavalo branco, vejam, então ele não era o Espírito Santo.
269 Agora, aquele é um dos mistérios dos últimos dias, como Cristo pode ser três pessoas em uma. Não são três pessoas diferentes, Pai, Filho, Espírito Santo, sendo três deuses como os trinitarianos tentam nos dizer que são. São três, são três manifestações da mesma Pessoa. Ou você pode chamar isto de três ofícios. Se você está falando a ministros, você não usaria ofício; porque, correto, eu acabei de lembrar que está sendo gravado. Então eu lhes direi... Porque Cristo não poderia dizer: "Orarei a meu ofício, e Ele vos enviará outro ofício." Nós sabemos disto. Mas se você deseja isto... São três atributos do mesmo Deus. Vêem? Não são três deuses. Três atributos do mesmo Deus! Vêem?
270 E então, como poderia Cristo estar ali, fora, o cavalo branco, conquistando, e estar aqui de pé com um Livro em Sua mão? Não é isso. Não é Cristo.
271 Observe agora, o Espírito Santo (na revelação) e Cristo, é, o Espírito Santo é Cristo em outra forma. Isto é correto.
272 Observe, foi um Cordeiro que abriu os Livros, e o Cordeiro é Cristo. E desde então Cristo não é visto mais, mas Ele é visto no Livro de Apocalipse capítulo 19, vindo sobre um cavalo branco.
273 Se você quiser ler isto, vamos abrir em Apocalipse 19:11, seis... Vamos ler isto rapidamente agora enquanto estamos -- enquanto estamos... Se temos tempo suficiente, eu espero, então isto ficará um pouquinho melhor para nós. 19, 19:11, começando no versículo 11 e leremos adiante incluindo o 16.
E vi o céu aberto, e eis um cavalo branco; (não na terra; no céu. Vêem?)... o que estava assentado sobre ele chama-se Fiel ...Verdadeiro, e... julga e peleja com justiça.
E seus olhos eram... chama de fogo, e sobre a sua cabeça havia muitos diademas;... (aspecto de diadema.)... e tinha um nome escrito que ninguém sabia, senão ele mesmo.
274 Eu gostaria de poder parar nisto só um minuto. [O irmão Branham bate no púlpito e faz pausa - Ed.] Oh, que coisa. Eu tenho uma boa noção porém... Talvez eu pudesse, se vocês... [A congregação diz: "Prossiga." - Ed.]
275 Veja, ninguém o conhece. Você sabia que o nome "Jeová" não está correto? Qualquer um sabe. Doutor Vayle, você sabe que isto é verdade. Os tradutores nunca puderam traduzi-lo. É soletrado J-u-h-v... J-v-h-u, quero dizer. Não é "Jeová." Eles não puderam tocar nele. Eles não sabem o que é. O chamam de Jeová, mas esse não é o Seu Nome.
276 Veja, cada vez que uma vitória é ganha ou algo acontece, um nome é mudado.
277 Veja nos dias de Abraão. Primeiro ele era Abrão, e nunca pôde ter aquele bebê até que seu nome foi mudado para Abraão. E Sarai, S-a-r-a-i não tinha nada a não ser um ventre morto até que seu nome foi mudado para S-a-r-a.
278 Jacó significa "suplantador, enganador," e isso é o que ele foi. Ele colocou uma pele de ovelha sobre si mesmo e enganou seu pai profeta para tomar a primogenitura. Ele colocou as varas de álamo na água, e as salpicou, e manchava as vacas quando estavam prenhas com... com suas crias, para o gado e as ovelhas saírem pintadas. Nada menos que um enganador!
279 Mas uma noite ele se deparou com Algo bastante real e ele sabia que aquilo era real. E ele permaneceu com Ele e O segurou até vencer. E seu nome foi mudado para "Israel" significando "um príncipe com poder diante de Deus."
280 É isto correto? [A congregação diz: "Amém." - Ed.] Cada vencedor!
281 Simão era um pescador. Mas quando sua fé se susteve e viu que aquele era Jesus, quando Ele lhe disse que Ele era o Messias e lhe disse o seu nome e qual era o nome do seu pai, ele venceu e seu nome foi mudado de Simão para Pedro.
282 Saulo, bom nome. Saul, foi um rei certa vez em Israel, mas Saulo, não encaixava como apóstolo. Poderia estar bem para um rei, mas não para um apóstolo. Então Jesus mudou seu nome para o quê? De Saulo para Paulo.
Veja "os filhos do trovão" e assim por diante.
283 E Jesus, Seu Nome na terra era "Redentor," Jesus. Quando Ele estava na terra, Ele era o Redentor, isto é verdade. Mas quando Ele conquistou a morte e o inferno e os venceu e subiu ao alto, Ele recebeu um novo Nome. Esta é a razão pela qual eles gritam da maneira que o fazem e não obtêm nada.
284 Isto será revelado nos trovões. Vêem? Observe, o mistério. Ele está vindo, cavalgando... Tem que haver Algo para mudar esta Igreja. Você sabe disto. Tem que haver algo. Observe, "Ninguém conhecia a não ser Ele mesmo." Agora, observe, ninguém conhecia a não ser Ele mesmo.
E estava vestido de uma veste salpicada de sangue, e o nome pelo qual se chama é a Palavra de Deus. (Oh, observem.)
E seguiam-no os exércitos no céu em cavalos brancos e vestidos de linho fino, branco e puro.
E da sua boca saía uma aguda espada, para ferir com ela as nações; e ele as regerá com vara de ferro e ele mesmo é o que pisa o lagar do vinho do furor e da ira do Deus Todo Poderoso.
E no vestido e na sua coxa tem escrito este nome: Rei dos reis, e Senhor dos senhores.
285 Aí veio o Messias. Aí está Ele; não aquele sujeito naquele cavalo aqui atrás. Observe a diferença. Aqui Ele se coloca com o Livro em Sua mão, aqui, a obra redentora está... Ele não tomou o Seu lugar ainda. Então, não foi o Cristo que saiu, o Espírito Santo.
286 Não discordando com aqueles grandes homens. Não, senhor, eu não faço isto. Eu não gostaria de fazer isto, mas esta é a minha revelação disto. Vêem? Se você tem algo diferente, bem, tudo bem, mas para mim isto não está certo. Veja, eu -- eu creio desta maneira. Veja, agora, você sabe o que. Vêem?
287 E observem, Cristo não é visto mais, veja, desde aquele tempo lá. Mas Ele está sobre um cavalo branco. Então se este sujeito está cavalgando em um cavalo branco, ele é apenas um personificador de Cristo. Vêem? Entenderam isto? [A congregação diz: "Amém." - Ed.]
288 Observem, o cavaleiro no cavalo branco não tem nenhum nome. Ele pode ter usado dois ou três títulos, vejam, mas ele não tem nenhum nome.
289 Mas Cristo tem um Nome! Qual é ele? A Palavra de Deus. É isto o que é. "No princípio era o verbo, e o verbo estava com Deus, e o verbo era Deus. E o verbo se fez carne." Vêem? O cavaleiro não tem nome, mas Cristo é chamado de "A Palavra de Deus." É isto o que Ele é. Ele é chamado assim. Agora, Ele tem um Nome que homem algum conhece; mas Ele é chamado de "A Palavra de Deus."
Este sujeito não é chamado de nada, veja, mas ele está no cavalo branco.
290 O cavaleiro não tem nenhuma flecha em seu arco. Você observou? Ele tinha um arco, mas nada é dito quanto a ele ter flechas; então ele deve ser um enganador. Isto é correto. Talvez ele tenha muito trovão e nenhum relâmpago. Mas você encontra que Cristo tinha os dois, relâmpago e trovão; pois da Sua boca sai uma Espada de dois gumes, e Ele fere as nações. E este sujeito não pode ferir nada, veja, mas ele está fazendo o papel de um hipócrita. Está cavalgando um cavalo branco, saindo para conquistar.
291 Cristo tem uma Espada afiada, e observe, Ela sai de sua boca. A Palavra viva, esta é a Palavra de Deus revelada a Seus servos. Como Ele disse a Moisés: "Vá, se ponha de pé e estenda aquela vara e chame por moscas," e ali apareceram as moscas. Claro. Seja o que fosse que ele dissesse, Ele o faria; aquilo aconteceria. Sua Palavra viva. Deus e Sua Palavra são a mesmíssima Pessoa. Deus é a Palavra.
292 Então quem é o cavaleiro misterioso da primeira era? Quem é ele? Vamos pensar nele. Quem é este cavaleiro misterioso que começa na primeira era da igreja e cavalga diretamente para a eternidade, até o fim?
293 O segundo Selo sai e segue até o fim. O terceiro Selo sai e segue adiante até o fim. Quarto, quinto, sexto, sétimo, cada um deles termina bem aqui no fim. E no fim do tempo, aqueles Livros que estiveram enrolados por todo este tempo com todos estes mistérios neles, são rompidos. Então dali saem os mistérios, ver o que são. Mas na verdade eles começaram na primeira era da igreja, porque na primeira era da igreja receberam a mensagem como esta [O irmão Branham bate no púlpito três vezes - Ed.]
294 "O cavaleiro do cavalo branco sai." Vêem? Quem é ele? Ele é poderoso no seu poder conquistador. É um grande sujeito em seu poder de conquista. Vocês querem que eu lhes diga quem é ele? Ele é o anticristo. Isto é exatamente o que ele é. Agora, porque, veja você, se um anticristo... Jesus disse que, "Os dois seriam tão parecidos que enganariam o próprio eleito (a Noiva), se isso fosse possível." Anticristo, é o espírito do anticristo.
295 Recordem, nas eras da igreja quando abrimos a primeira era da igreja lá atrás, nós descobrimos que o Espírito Santo estava contra determinada coisa que havia começado naquela era da igreja, e aquilo foi chamado "as obras dos nicolaítas." Vocês se lembram disto? [A congregação diz: "Amém." - Ed.] Nico significa "conquistar." Laico significa "a igreja," o laico. Nicolaítas, "conquistar o laico." "Tirar o Espírito Santo da igreja e dar tudo isto a um único homem santo. Deixar que ele fosse o chefe de tudo isto." Vocês passaram por isto, veja, nicolaísmo. Observem, nicolaísmo foi "um -- um dito," em uma igreja. Ele "uma doutrina," na era da igreja seguinte. E na terceira era da igreja, isto se tornou "imposição;" e eles fizeram o Concílio de Nicéia. E isto então formou uma doutrina e uma igreja. E qual foi a primeira coisa que aconteceu? Uma organização disto! Agora, é isto correto? ["Amém."]
296 Diga-me de onde veio a primeira igreja organizada: Igreja Católica Romana! Diga-me se Apocalipse não diz, no livro de Apocalipse 17, que, "ela era uma meretriz e suas filhas eram prostitutas." Esta é a mesma coisa que se organizou com ela, "prostitutas." "Tomando a abominação, as imundícies de suas fornicações por doutrina." "Ensinando por doutrina os mandamentos de homens." Observem.
297 Vejam, ele começa a consquistar. Observem, ele não tinha nenhuma coroa. O cavaleiro do cavalo branco, do qual estou falando aqui. Vêem? "Um arco e uma coroa lhe foram dados depois." Vêem? Ele não tinha nenhuma coroa, para começar, mas uma coroa lhe foi dada. Observe, mais tarde lhe foi dada uma coroa, sim, três delas, três em uma. Isso foi trezentos anos depois, no Concílio de Nicéia. Quando começou era um espírito nicolaíta, para começar uma organização no meio do povo. E então aquilo seguiu adiante, adiante e se tornou "um dito," então se tornou "uma doutrina."
298 Vocês se recordam de Cristo falando à igreja, disse: "Tens porém isto, que odeias as obras dos nicolaítas, as quais Eu também odeio." Tentando conquistar, tirar o Espírito Santo, apenas um homem santo, o qual poderia perdoar todos os pecados e tudo.
299 Há pouco lemos isto ali, Paulo falando disto. Que estas coisas aconteceriam nos últimos dias. E ele não poderia ser revelado até os últimos dias. "Então aquele que resiste, tirará o Espírito de Deus dali; e então ele se revelará."
300 Hoje ele está sob o disfarce de um cavalo branco. Observe como ele muda daquele cavalo branco em poucos minutos. Ele não somente se torna um cavalo branco; ele se torna uma besta com muitas cabeças e chifres. Vêem? Vêem? O cavalo branco, ele é um enganador agora e esta é a razão pela qual as pessoas não sabiam disto em todo este tempo. Elas o imaginam, mas aqui está ele agora; será revelado pela Escritura. Observe.
301 Quando o nicolaismo, veja, o anticristo, é finalmente encarnado em um homem, então ele é coroado. Quando ele começou como um espírito nicolaíta na igreja, ele era um espírito. Você não pode coroar um espírito. Mas trezentos anos depois ele se tornou um papa, e então eles o coroaram. Para começar ele não tinha nenhuma coroa. Mas ele obteve uma coroa depois, vejam, quando aquele espírito se encarnou. Vêem? Ele se tornou um homem. A doutrina nicolaíta se tornou um homem, então eles puderam coroá-lo. Eles não tinham feito isso porque ele era apenas uma doutrina.
302 Glória! Observe! E quando este Espírito Santo que nós temos, se encarnar, Aquele que está em nosso meio agora na forma de Espírito Santo, se encarnar para nós, na pessoa de Jesus Cristo, nós O coroaremos Rei dos reis. Isto é correto. Vêem?
303 Agora, recordem, ao mesmo tempo que Cristo veio do Trono, o anticristo veio do trono, Judas. Ao mesmo tempo que Cristo saiu da terra, Judas saiu da terra. Ao mesmo tempo que o Espírito Santo regressou, o anticristo voltou.
304 Vocês sabem, João disse aqui: "Filhinhos, gostaria que não fossem ignorantes acerca do anticristo, o qual já veio e opera nos filhos da desobediência." O anticristo então, estava ali, começando a formar ali o espírito nicolaíta para fazer uma organização.
305 Não é de se admirar que eu odiava aquela coisa! Vêem? Vêem? Aí está você. Não era eu; era Algo aqui dentro. Aí está a coisa. Já saiu à luz. Vê você isto? [A congregação diz: "Amém." - Ed.] Eu já rodeei isto por todos os lados. Eu não o pude ver até este momento. E eu sei disso agora. Aí está. Aquele espírito nicolaíta, que Deus odiava.
306 E agora aquele espírito se encarnou e eles o coroaram. E aqui está ele bem aqui, exatamente o que a Bíblia diz que eles fariam com ele, perfeitamente. Oh, que coisa! Encarnado! Ele se tornou um homem e então eles o coroaram.
307 Leia, observe! Ou melhor, leia, como Daniel disse que ele tomaria o reino da igreja. Você gostaria de ler isto? [A congregação diz: "Amém." - Ed.] Nós temos tempo para fazer isto, não temos? Correto. Ouçam. Vamos voltar a Daniel só por um momento. Vamos voltar ao Livro de Daniel e nós leremos num momento. E não gastaremos, talvez outros quinze, vinte minutos ou trinta, ou algo. Correto? ["Amém."]
308 Vamos tomar Daniel capítulo 11 e vamos pegar o versículo 21. Aqui está Daniel, Daniel está falando agora como este sujeito vai assumir o comando.
Depois, se levantará em seu lugar um homem vil (Roma, falando), ao qual não tinham dado a dignidade real: (Agora, observe.) mas ele virá caladamente -- virá caladamente e tomará o reino com engano.
309 Isto é exatamente o que ele fez! O que Daniel disse que este anticristo faria. Ele se ajustará ao lugar do povo. Sim, ele ajustará seu -- servirá seu cardápio para as igrejas deste dia. Pois nesta era da igreja eles não querem a Palavra, Cristo; mas eles querem uma igreja. Em primeiro lugar, eles não perguntam se você é um cristão. "A que igreja você pertence? A que igreja?" Eles não querem Cristo, a Palavra. Você vai falar com eles a respeito da Palavra e como endireitá-los; eles não querem aquilo. Eles desejam algo, apenas viverem da maneira que eles querem e continuarem pertencendo à igreja e obtendo seus testemunhos. Vêem? Vêem? Então, ele prepara o cardápio exatamente. E você recorda, "ele" foi finalmente chamado de "ela" na Bíblia. E ela era uma prostituta e tinha filhas. Simplesmente prepara o programa do dia, o que as pessoas querem. Aí está.
310 Deus prometeu isto. Quando a Palavra é recusada, então eles voltam para os seus desejos. Vamos ler Tessalonicenses novamente. Vamos... Eu quero que vocês observem aqui só um minuto. Sim, bem, nós o lemos há pouco. II Tessalonicenses 2:9-11. Ali diz que eles fariam. "Por virarem as costa, rejeitando a verdade, que suas mentes seriam réprobas, e creriam na mentira e seriam condenados por ela." Agora, isso é o que -- isso é o que o Espírito Santo diz.
311 Agora, não é este o desejo da igreja hoje? [A congregação diz: "Amém." - Ed.] Você tenta dizer às pessoas que elas devem fazer isto, aquilo, ou aquilo outro, elas te farão saber rapidamente que são metodistas, presbiterianas, ou seja o que for, elas "não têm que pedalar em seu barco." Vêem? Certamente. Elas desejam isto.
312 E Deus disse: "Se querem isto, Eu deixarei que tenham isto. E Eu realmente farei com que eles creiam que essa é a verdade, porque Eu lhes darei uma mente réproba concernente à Verdade." Agora, veja aqui o que a Bíblia também diz: "Como Janes e Jambres resistiram a Moisés, do mesmo modo farão estes sujeitos nestes últimos dias, com uma mente réproba em relação à Verdade; transformarão a graça de nosso Deus em dissolução, negando o Senhor Deus."
313 Agora, veja você onde isto está; não apenas a católica, mas a protestante. A coisa toda. O mundo todo está organizado. É isto que o cavaleiro do cavalo branco sob o -- a aparência de -- de um -- uma -- (branco) de uma igreja justa, vejam, mas um anticristo. Ele tem que se parecer assim. Sobre um cavalo branco, exatamente como Cristo está vindo sobre um cavalo. Vêem? Todo anti-- é tão parecido que enganaria o próprio eleito! E aqui está ele. Ele é o anticristo.
314 Ele começou a cavalgar na primeira era da igreja. Agora, ele segue cavalgando através de cada era. Agora, observe-o. Você diz: "Lá atrás, lá atrás no tempo dos apóstolos?" Ele foi chamado "nicolaíta" ali. Então na era da igreja seguinte, ele se tornou "uma doutrina" na igreja. Primeiro ele era só "um dito", então ele se tornou "uma doutrina."
315 Pessoas importantes, celebridades, pessoas bem vestidas, altamente educadas, polidas, não queriam todo aquele reboliço na igreja. Não, elas: "Não queremos toda essa coisa de Espírito Santo. Deve ser uma igreja! E todos nós passaremos pelo Concílio de Nicéia, e assim por diante, em Roma." Então quando eles chegaram ali, eles tomaram a igreja e tomaram o paganismo, romana católi... ou melhor, paganismo -- a Roma pagã e algumas superstições. E tomaram a -- a Astarte, "a rainha do céu," e a transformaram em Maria, a mãe. Fizeram das pessoas mortas, intercessores, e assim por diante. E tomaram aquela hóstia redonda de pão kosher a qual ainda continua redonda e a chamam de Corpo de Cristo, "porque ela representa a mãe do céu." Quando um católico passa, ele faz o sinal da cruz. Porque, aquela luz que fica acesa ali dentro está suposta a ser o kosher a qual está voltada para Deus, através do poder do padre. No mundo isso não é nada a não ser paganismo. Vêem? Isto é correto.
316 Eu simplesmente não entendo isto. Bem, sim, eu entendo. Sim, eu entendo. Sim, senhor! Eu, pela graça de Deus, entendo. Claro.
317 Agora, observe. Oh, que coisa, como podem fazer aquilo? Vêem? E seus desejos são realizados. Não, isto é verdade, e vocês não têm que fazer aquilo. Não, senhor. Se você não deseja fazer, você não é forçado a fazer aquilo. Se você não deseja corresponder com o modo de vida de Deus e coisas, e a adoração, você não tem que fazer isso. Deus não obriga ninguém a fazer isso.
318 Mas deixe-me lhe dizer uma coisa. Se seu nome foi colocado naquele Livro da Vida do Cordeiro antes da fundação do mundo, você ficará muito feliz em fazê-lo, você quase não consegue esperar até o momento de fazer aquilo.
A REVELACAO DOS SETE SELOS - O PRIMEIRO SELO
296 Diga-me de onde veio a primeira igreja organizada: Igreja Católica Romana! Diga-me se Apocalipse não diz, no livro de Apocalipse 17, que, "ela era uma meretriz e suas filhas eram prostitutas." Esta é a mesma coisa que se organizou com ela, "prostitutas." "Tomando a abominação, as imundícies de suas fornicações por doutrina." "Ensinando por doutrina os mandamentos de homens." Observem.
297 Vejam, ele começa a consquistar. Observem, ele não tinha nenhuma coroa. O cavaleiro do cavalo branco, do qual estou falando aqui. Vêem? "Um arco e uma coroa lhe foram dados depois." Vêem? Ele não tinha nenhuma coroa, para começar, mas uma coroa lhe foi dada. Observe, mais tarde lhe foi dada uma coroa, sim, três delas, três em uma. Isso foi trezentos anos depois, no Concílio de Nicéia. Quando começou era um espírito nicolaíta, para começar uma organização no meio do povo. E então aquilo seguiu adiante, adiante e se tornou "um dito," então se tornou "uma doutrina."
298 Vocês se recordam de Cristo falando à igreja, disse: "Tens porém isto, que odeias as obras dos nicolaítas, as quais Eu também odeio." Tentando conquistar, tirar o Espírito Santo, apenas um homem santo, o qual poderia perdoar todos os pecados e tudo.
299 Há pouco lemos isto ali, Paulo falando disto. Que estas coisas aconteceriam nos últimos dias. E ele não poderia ser revelado até os últimos dias. "Então aquele que resiste, tirará o Espírito de Deus dali; e então ele se revelará."
300 Hoje ele está sob o disfarce de um cavalo branco. Observe como ele muda daquele cavalo branco em poucos minutos. Ele não somente se torna um cavalo branco; ele se torna uma besta com muitas cabeças e chifres. Vêem? Vêem? O cavalo branco, ele é um enganador agora e esta é a razão pela qual as pessoas não sabiam disto em todo este tempo. Elas o imaginam, mas aqui está ele agora; será revelado pela Escritura. Observe.
301 Quando o nicolaismo, veja, o anticristo, é finalmente encarnado em um homem, então ele é coroado. Quando ele começou como um espírito nicolaíta na igreja, ele era um espírito. Você não pode coroar um espírito. Mas trezentos anos depois ele se tornou um papa, e então eles o coroaram. Para começar ele não tinha nenhuma coroa. Mas ele obteve uma coroa depois, vejam, quando aquele espírito se encarnou. Vêem? Ele se tornou um homem. A doutrina nicolaíta se tornou um homem, então eles puderam coroá-lo. Eles não tinham feito isso porque ele era apenas uma doutrina.
302 Glória! Observe! E quando este Espírito Santo que nós temos, se encarnar, Aquele que está em nosso meio agora na forma de Espírito Santo, se encarnar para nós, na pessoa de Jesus Cristo, nós O coroaremos Rei dos reis. Isto é correto. Vêem?
303 Agora, recordem, ao mesmo tempo que Cristo veio do Trono, o anticristo veio do trono, Judas. Ao mesmo tempo que Cristo saiu da terra, Judas saiu da terra. Ao mesmo tempo que o Espírito Santo regressou, o anticristo voltou.
304 Vocês sabem, João disse aqui: "Filhinhos, gostaria que não fossem ignorantes acerca do anticristo, o qual já veio e opera nos filhos da desobediência." O anticristo então, estava ali, começando a formar ali o espírito nicolaíta para fazer uma organização.
343 Eu estive no Vaticano. Eu vi a coroa tríplice. Eu ia ter uma entrevista com o papa; o Barão Von Blomberg a havia marcado para mim, para -- para quarta-feira às três horas da tarde.
344 Quando eles me levaram até o rei, eles tiraram as bainhas das minhas calças. Tudo bem. Me disseram para nunca virar as costas para ele, quando fosse embora. Tudo bem.
Mas eu disse: "O que eu tenho que fazer diante deste sujeito?"
345 Disseram: "Bem, apenas vá e se ajoelhe em um joelho e beije o seu dedo."
346 Eu disse: "Isto está fora. Está fora. Não, senhor." Eu disse: "Eu -- eu chamo qualquer homem que deseja ser irmão, de irmão. Eu o chamaria de reverendo, se ele quisesse ter um título como esse, mas adorar a um homem, isso pertence a Jesus Cristo." Vêem? Não. Não, senhor. Não beijo a mão de nenhum homem assim. Realmente não. Então eu não o fiz.
347 Mas eu passei por todo o Vaticano. Ora, você não o compraria nem por cem bilhões de bilhões de dólares. Ora, você... E apenas pense: "A riqueza do mundo," a Bíblia diz, "foi encontradas nela." Oh, apenas pense nos grandes lugares, bilhões de vezes...
365 Vocês se recordam aqui atrás em Tessalonicenses, "assentado sobre o templo de Deus, chamando a si mesmo de Deus, perdoando pecados na terra." E aquilo continuará, "e a iniquidade se multiplicará," porque ele não será conhecido, ainda, até o tempo em que for chamado para ser revelado.
366 Então a Igreja será tomada. E quando ela for tomada, então ele é mudado de anticristo agora, oh, que coisa, "a igreja, a grande igreja e...," agora, ele se torna "a besta." Oh. Eu gostaria poder fazer o povo ver isto.
367 Agora, recordem, o anticristo e a besta são o mesmo espírito. Aí está a trindade. Sim, senhor. São os três estágios do mesmo poder do Diabo. Recordem, nicolaítas, vejam, ele teve que se encarnar antes que ele pudesse ser coroado. Vêem? Agora, observe isto, três estágios. No primeiro estágio ele é chamado de anticristo; no segundo estágio ele é chamado de falso profeta; no terceiro estágio ele é chamado de besta.
368 Observe, nicolaíta, o ensinamento anticristo que começou nos dias de Paulo, contra a Palavra de Deus, anticristo.
369 Então ele é chamado novamente de falso profeta. Quando o ensinamento se tornou um homem, ele era um profeta para o ensinamento da hierarquia, da -- da hierarquia da Igreja Católica. O papa foi o profeta da falsa palavra e aquilo fez dele um falso profeta.
370 O terceiro estágio é uma besta, um homem que é coroado nos últimos dias, com cada poder que a Roma pagã sempre teve. Porque, a besta de sete cabeças, o dragão, foi lançado dos céus, e veio encarnado no falso profeta. Aqui está, ele tinha sete coroas, e ele foi lançado e jogado na terra e no mar. Correto.
371 O que estamos dizendo? Quem é este cavaleiro, este cavaleiro do cavalo? Você sabe quem é? É o super-homem de Satanás.
376 E o anticristo toma tudo. E a Bíblia diz que "ele enganou a todos," "todos sobre a face da terra, cujos nomes não estavam escritos sob aqueles Selos desde a fundação do mundo." [O irmão Branham bate palmas -Ed.] Agora, se a Bíblia diz que ele escreveu, ele escreveu.
377 Eles dizem: "Bem, eu pertenço..." Aí está você. Sim. Isto está exatamente correto. É a mesma instituição de prostitutas. É o mesmo sistema que começou no princípio que é totalmente anticristo.
378 Eu vou ouvir por causa disto, mas isso... Essa é a Verdade. Eu espero. Amém.
379 Agora, observem, ele conquistará. E já quase o tem a seu alcance agora, enquanto ele continua sendo anticristo antes que possa se tornar a besta. Você fala a respeito de uma punição cruel? Apenas espere. [O irmão Branham bate no púlpito quatro vezes - Ed.] Observem o que terão que passar aqueles que forem deixados aqui na terra. "Haverá choro, lamento e ranger de dentes. Pois o dragão, Roma, lançará água de sua boca para fazer guerra com o remanescente da semente da mulher, que foi deixada sobre a terra depois da Noiva haver sido selecionada e tirada. E o dragão guerreia com o remanescente que não quis entrar e foi perseguido."
380 E a verdadeira Igreja passaria por isto se fosse possível; mas, veja você, ela está a salvo sob este Sangue, através da graça de Cristo, ela não passará através de nenhuma tribulação. Ela não tem nenhum período de tribulação. E a próxima coisa para a Igreja é o rapto. Amém, e amém! Isto podia continuar. Oh, como eu amo isto.
381 Deixe-me lhe dizer. Estamos falando a respeito do que o conquistador fará, e ele realmente irá conquistar. Ele já o fez. Isto já está costurado, isto é tudo; vão se atar com o dinheiro, lucros imundos. Isto é exatamente. Eles amam mais o dinheiro do que a Deus. Tudo o que eles pensam agora é: "Quanto dinheiro ele tem?" O que é isto?
382 Você sabe que isto tem sido dito muitas vezes: "Dê dinheiro à igreja e ela revolucionará o mundo. Dê dinheiro à igreja e ela enviará evangelistas ao redor do mundo inteiro. E o que ela fará? Ela conquistará o mundo para Cristo."
383 Deixe-me lhes dizer algo, meu pobre, cego amigo. O mundo não é ganho através de dinheiro, mas através do Sangue de Jesus Cristo. Que Deus nos dê homens que sejam homens corajosos, que se firmarão naquela Palavra, seja para viver ou morrer; esse conquistará. Oh. Ali haverá só uma coisa que pode ser conquistada, aqueles que têm seus nomes escritos no Livro da Vida do Cordeiro desde antes da fundação do mundo. Esta é a única coisa que ouvirá isto. Dinheiro não tem nada a ver com isto; os faz afundar mais em suas tradições denominacionais.
384 Vejamos. Sim, com gênios educacionais, ele estará. Ele será inteligente. Que coisa! Que coisa! Que coisa! E todos os seus filhos ao redor dele serão inteligentes: Ph.D, LL.D., LL.D., Q.S.D., A.B.C.D.E.F. até ao Z. Eles terão tudo isto. Espertos. Por que? São segundo a ordem de Satanás. Toda astúcia sagaz contra a Bíblia é de Satanás.
385 Foi exatamente com isto que ele pegou Eva. Eva disse: "Oh, está escrito, Deus disse para não fazermos isto."
386 Ele disse: "Mas espere. Com certeza Deus não fará isto. Mas eu abrirei o seus olhos e lhe darei alguma sabedoria." Ela a obteve.
AS SETE ERAS DA IGREJA - UM RESUMO DAS SETE ERAS
46 Recorde, Judas estava sobre a terra ao mesmo tempo que estava Jesus. Cada um deles veio de um Espírito diferente e, com a morte cada um foi para o seu próprio lugar. O Espírito de Cristo mais tarde veio sobre a verdadeira igreja, e o espírito de Judas veio sobre a falsa igreja. Está exatamente ali em Apocalípse 6:1-8E, havendo o Cordeiro aberto um dos selos, olhei, e ouvi um dos quatro animais, que dizia como em voz de trovão: Vem e vê.E olhei, e eis um cavalo branco: e o que estava assentado sobre ele tinha um arco; e foi-lhe dada uma coroa, e saiu vitorioso, e para vencer.E, havendo aberto o segundo selo, ouvi o segundo animal, dizendo: Vem e vê.E saiu outro cavalo, vermelho; e ao que estava assentado sobre ele foi dado que tirasse a paz da terra, e que se matassem uns aos outros; e foi-lhe dada uma grande espada.E, havendo aberto o terceiro selo, ouvi dizer ao terceiro animal: Vem, e Vê. E olhei e eis um cavalo preto e o que sobre ele estava assentado tinha uma balança na mão.E ouvi uma voz no meio dos quatro animais, que dizia: Uma medida de trigo por um dinheiro, e três medidas de cevada por um dinheiro: e não danifiques o azeite e o vinho.E havendo aberto o quarto selo, ouvi a voz do quarto animal, que dizia: Vem e vê.E olhei, e eis um cavalo amarelo, e o que estava assentado sobre ele tinha por nome Morte: e o inferno o seguia; e foi-lhes dado poder para matar a quarta parte da terra, com espada e com fome, e com peste, e com as feras da terra.47 Pode ver você como aquele espírito de Judas regressou como um cavalo branco? Foi branco. Tão semelhante ao real , como Judas estava próximo de Jesus. Lhe foi dada uma coroa (ao cavaleiro do cavalo branco). Como? Aquele espírito agora estava no líder do sistema Nicolaíta, e ele era o papa com uma tríplice coroa e que se assentava como Deus em seu templo, chamando a si mesmo de vigário de Cristo. Se vigário de Cristo quer dizer "em lugar de Cristo", ou "em lugar de", ou "como representante de Deus", então o papa estava chamando a si mesmo de Espírito Santo, ou depondo o Espírito Santo, agindo por Ele. Isto era o Espírito de Judas agindo nele. Veja como ele conquistou - indo para frente conquistando e para conquistar. Cristo não fez isto. Todos os que vieram a Ele já estavam predestinados pelo Pai. E assim continuou aquele espírito e algum dia literalmente chegará a encarnar-se num homem que encabeçará todo o Concílio Mundial de Igrejas, exatamente como estivemos dizendo. E pelo seu ouro (recorde que Judas guardava a bolsa) ele controlará todo o mundo, e aquele sistema anticristo dominará tudo e tentará controlar todas as pessoas. Mas Jesus voltará e destruirá a todos eles com o fulgor de Sua vinda e o fim deles será o lago de fogo.
Inquisição
Poder e política em nome de Deus
Por Liliane Pinheiro da Luz
A Inquisição é tema que não se esgota. Instituída em 1232 pelo papa Gregório IX ela vigorou até 1859, quando o papado extinguiu definitivamente o Tribunal do Santo Ofício. Portanto, funcionou durante longos seis séculos. Devido a esta complexidade é que se optou por explorar o campo do confisco dos bens dentro do Tribunal do Santo Ofício, instituição que tão bem se utilizou do poder para manter-se viva no seio da sociedade durante um longo período histórico. Entretanto, o assunto em questão aparece em todos os momentos da atuação do Santo Ofício, ficando por demais difícil fazer uma boa análise dentro de um período tão longo. Devido a isto delimitei um pouco mais meu campo de atuação e me restringi ao solo português, tentando entender a questão de forma mais precisa. A Inquisição em Portugal foi instituída em 1536, nos moldes medievais sob a liderança do poder régio. Diferentemente da Inquisição medieval, que possuía como objetivo maior o combate às heresias, a Inquisição portuguesa era comandada pelo rei que centralizava, fortificava e solidificava seu poder através do confisco dos bens. Afinal alguém teria que manter tão complexa estrutura. O alvo maior em solo lusitano era o cristão-novo, judeus convertidos a fé cristã, que a Inquisição julgava manter seus ritos judaicos secretamente. Acusados de profanar as hóstias e desvirtuar muitos cristãos do caminho de Deus, esse povo pagou com a vida e com seus bens a manutenção do equilíbrio do reino. Ë bem verdade que antes da Inquisição se oficializar em terras portuguesas os judeus tiveram proteção e abrigo em troca de alguns tributos especiais do próprio Estado, mas isso só durou enquanto isso trazia algum benefício ao poder régio. Instaurada a Inquisição era preciso que se tivesse hereges a serem perseguidos e nada mais cômodo do que unir o útil ao agradável, ter quem se queimasse na fogueira deixando todos seus bens para a santa madre igreja. É claro que a fórmula não é tão simplista assim, mas devido as circunstâncias tudo leva a crer que abusos dessa ordem eram cometidos, pois quando da instalação da Inquisição em solo lusitano, tentou se conter abusos no tocante ao confisco de bens. Tanto que pela bula de 23 de maio de 1536, a qual instituí o Tribunal do Santo Ofício em Portugal, se determinava que não deveria haver confisco de bens em todo o território por pelo menos dez anos. Em 1576, nova tentativa de se conter abusos decretando-se que seria excomungado aquele que tomasse os bens de judeus confiscados pelo poder da Inquisição. Neste sentido, pode-se dizer que se havia leis e decretos tentando coibir a ação da Inquisição sobre os bens de seus condenados é porque os abusos existiam e muitos foram os sacrificados em favor da permanência do poder régio e eclesiástico. O presente estudo teve como fonte histórica o Manual dos Inquisidores, obra escrita em 1376 por Nicolau Eymerich e revisado em 1576 por Francisco de la Peña. A obra se delimita a ação do Santo Ofício, esclarecendo o funcionamento, a estrutura e a atuação da Inquisição sob os auspícios da Igreja católica. A importância deste manual para o presente estudo se funda na questão do confisco de bens que, pelo que se pode perceber muito bem, era praticado desde a gênesi da Inquisição. Sob a luz do conhecimento histórico, iluminado pelas luzes da fonte escolhida é que se propôs estudar o confisco de bens em terras lusitanas, tema de fundamental importância para entender a dinâmica do próprio Brasil colonial, pois afinal o nosso país é de posse portuguesa neste momento histórico. Essa pesquisa é pano de fundo para estudos futuros que pretendem desenvolver uma análise sobre a atuação da Inquisição lusitana em solo brasileiro. Pois ao que tudo indica a Inquisição via tudo e estava em todos sos lugares, tal qual Deus vigia seus fiéis a cada instante do dia.
Antes da Inquisição Surgir
Inserido em um cenário de poder eclesiástico absoluto e soberano é que o Tribunal do Santo Ofício é instaurado em 1236 pelo papa Gregório IX, que temendo as ambições político-religiosas do imperador Frederico II, toma para si a responsabilidade de perseguir os hereges que começavam a incomodar o alicerce da Igreja católica , bem como a estrutura dos estados monárquicos de então, que tinham como um dos pontos de unificação de seu território a religião predominante da época.
Antes de se instaurar o Tribunal do Santo Ofício, propriamente dito, no início da idade média, a Igreja estruturou a sua justiça, limitando-se a uma justiça disciplinar. O seu procedimento era distinto da justiça comum da época, pois sua investigação era secreta e arrancar a confissão do réu constituía-se no âmago da questão. Esta justiça somente era aplicada ao clero. Entretanto, com o IV Concílio de Latrão, de 1216, através do papa Inocêncio III, firmou-se o metodo inquisitio .
Nasce, então, no seio da Igreja católica, o Sistema Processual Inquisitório, onde a autoridade responsável dispõe de poderes para, por sua iniciativa, abrir o processo, colher as provas que julgar necessárias e proceder secretamente no interesse em obter a confissão do réu.
É esse sistema processual inquisitório que lançará as diretrizes e norteará todo o funcionamento da Inquisição, através de seus atos, mandos e desmandos em nome de Deus.
Inserido em um cenário de poder eclesiástico absoluto e soberano é que o Tribunal do Santo Ofício é instaurado em 1236 pelo papa Gregório IX, que temendo as ambições político-religiosas do imperador Frederico II, toma para si a responsabilidade de perseguir os hereges que começavam a incomodar o alicerce da Igreja católica , bem como a estrutura dos estados monárquicos de então, que tinham como um dos pontos de unificação de seu território a religião predominante da época.
Antes de se instaurar o Tribunal do Santo Ofício, propriamente dito, no início da idade média, a Igreja estruturou a sua justiça, limitando-se a uma justiça disciplinar. O seu procedimento era distinto da justiça comum da época, pois sua investigação era secreta e arrancar a confissão do réu constituía-se no âmago da questão. Esta justiça somente era aplicada ao clero. Entretanto, com o IV Concílio de Latrão, de 1216, através do papa Inocêncio III, firmou-se o metodo inquisitio .
Nasce, então, no seio da Igreja católica, o Sistema Processual Inquisitório, onde a autoridade responsável dispõe de poderes para, por sua iniciativa, abrir o processo, colher as provas que julgar necessárias e proceder secretamente no interesse em obter a confissão do réu.
É esse sistema processual inquisitório que lançará as diretrizes e norteará todo o funcionamento da Inquisição, através de seus atos, mandos e desmandos em nome de Deus.
O uso da tortura para se obter uma confissão, foi permitido pelo papa Inocêncio IV, em 1252 e era aplicada sempre que se suspeitasse de uma confissão ou quando era incongruente. Um testemunho era suficiente para justificar o envio para a câmara de tormento. Quanto mais débil a evidência do crime, mas severa era a tortura.
Instituída para arrancar a confissão do réu, a tortura era um elemento sempre presente nos autos dos processos do Santo Ofício. Entretanto, a sua prática deveria ser moderada, pois o papel do inquisidor não era o de""carrasco". Além do mais o inquisidor deve ter sempre em mente esta frase do legislador: o acusado deve ser torturado de tal forma que saía saudável para ser libertado ou para ser executado.
Assim, pela citação acima percebe-se, claramente, que a intenção do Tribunal do Santo Ofício era conseguir a confissão do réu a qualquer preço, desde que esse preço não ultrapassasse o limite da morte pois, aos olhos da igreja somente a Deus é dado o direito de vida e de morte sobre qualquer ser vivo, pecador ou não, que habita a face da terra.
A Festa da Morte: O Auto-de-Fé
Terminada a sessão de tortura, seguia-se o julgamento do réu, a última etapa do processo, que antecedia o auto-de-fé. Os que eram condenados a penas leves – como cárcere e hábito penitencial perpétuo, bem como a flagelação – caminhavam com uma vela nas mãos.
Na frente do cortejo seguiam-se os condenados a morte, entregues à justiça civil para serem queimados vivos. Eis um aspecto interessante. Por ser um tribunal eclesiástico o Santo Ofício não podia executar seus condenados, ou seja, aos olhos de Deus não era a igreja quem matava, pois a esta cabia apenas julgar, a decisão de fazer valer o julgamento cabia a justiça dos homens e estes é que teriam que se acertar com o Todo Poderoso se caso não fizessem valer a determinação do Santo Ofício. Havia também o caso daqueles que, condenados à morte se arrependiam e pediam para morrer em Cristo, era primeiramente estrangulado e depois atirado a fogueira , bem como aqueles que fugiam eram queimados em efígie, ou seja, simbolicamente, substituídos por um boneco de pano. Nem mesmo aqueles que morriam nos cárceres eram poupados, pois seus ossos eram entregues às chamas nos autos-de-fé. Assim, é inútil tentar fugir, tentar se esconder, pois, o julgamento da Inquisição não poupa ninguém, nem mesmo os mortos.
A Festa da Morte: o auto-de-fé
Havia dois tipos de autos-de-fé, os públicos e os privados. Estes se destinavam aos casos menos graves ou especiais (julgamentos de pessoas pertencentes à alta nobreza), aqueles eram enormes festas populares. Dispendiosos os autos públicos realizavam-se uma vez por ano. Construíam-se estradas, utilizava-se mobiliário, decorações, tinham longa duração, ou seja, duravam o dia todo e, às vezes, dependendo do número de réus estendiam-se até altas horas da noite, chegando mesmo até o dia seguinte. Com o passar do tempo, o caráter festivo e sua ostentação aumentaram e eram convidados reis, infantes, toda a corte para assistirem de camarote a execução e humilhação dos transgressores da sociedade.
Durante esta festa, os acusados ouviam suas sentenças e os condenados à morte, depois da cerimônia eram conduzidos ao queimador. Esta festividade iniciava-se com a procissão dos réus, seguida de uma missa, na qual o teor do sermão era a essência de toda a cerimônia. Não raras vezes eram, celebrados, juntamente com a matança, casamentos reais, razão pela qual os autos-de-fé eram comemorados com grande festa, pompa e requinte.
Seguia-se a partir daí a leitura das sentenças e a execução dos condenados a morte. Esta última parte era a mais esperada pelo povo, pois das aldeias mais distantes chegavam curiosos durante todo o dia. Apinhavam-se uns sobre os outros para ver melhor as roupas, toaletes, cabelos das condessas, das princesas, das nobres damas da corte. Depois de dadas as sentenças, o povo corria para a queimadeira, para ver como se salvavam as almas.
Em nome de Deus se julgava os hereges e se condenava à morte aqueles que ferozmente se opusesse a ordem vigente ditada pela igreja católica. Não pode-se esquecer que, em nome desse mesmo Deus se perseguia e se condenava a morte muita gente que, pela sua posição econômica interessava aos cofres da igreja.
A Cabala da Inquisição
O Cofre de Deus
Uma das penas mais graves, e que constituíam a base financeira da Inquisição era o confisco dos bens. Geralmente, os que eram condenados á morte é que possuíam seus bens confiscados, pois o tribunal tinha de se manter e as despesas gastas com os presos, com as tochas para acender as fogueiras e com o espetáculo promovido pelo auto-de-fé eram muito grandes, bem como a fé católica tinha que ser preservada a todo custo. Todavia, o confisco dos bens não é invenção do Santo Ofício e já existia no Direito Romano, de onde se propagou para a legislação de vários povos, sendo bem aceita e aplicada frequentemente.
Ao que diz respeito à igreja, proclamado, por esta, que o réu era culpado de heresia, daí podia-se seguir-se para o Estado, o direito ou até mesmo o dever de se asssenhorar dos seus bens. Quanto ao destino das posses dos condenados, isto variava de país para país.
Alguns achavam por bem se utilizar dos recursos angariados para manter a estrutura da Inquisição. Outros, no entanto, preferiam dividir os recursos conseguidos entre o Estado e a Inquisição. Neste serntido, fosse qual fosse a decisão do Estado sobre os bens dos condenados, o certo é que de alguma forma a igreja era benificiada com a perseguição aos infiéis.
Entretanto, no início da instauração deste tribunal, o seu funcionamento, no que diz rerspeito a este aspecto, não se dava da forma apresentada acima, pois pelo que o papa Inocêncio III decretou, em 1226 , a lei determinava que deviam ser destruídas as casas onde os hereges haviam trabalhado ou encontrado asilo (…). Essa pena logo entrou em declínio , suplantada pela confiscação de bens, que abrangia a casa do condenado.
Como se pode ver houve uma evolução no que diz respeito ao aspecto da pena aplicada a quem era condenado à morte. Evolução esta, de certa forma necessária, se vista sob a ótica da época, pois com o crescimento do número dos hereges se acarretaria um prejuízo enorme para a Europa, uma vez que se a cada vez que se condenasse alguém à morte se queimasse a casa onde este trabalhou ou morou, restariam poucas em pé, ao final de cumprida a missão do Santo Ofício. Além do que para que destruir o que poderia ser usado em benefício das obras de Deus.
Mesmo porque, se no início da instauração do Tribunal do Santo Ofício os custos eram reduzidos, resumindo-se a cerimônias simples e esporádicas de autos-de-fé, com o passar do tempo a sustentação deste tribunal se tornou dispendiosa e passou a exigir maior atenção, pois devido a sua complexidade, que aos poucos a Inquisição denotava, este tribunal começou a necessitar de estruturas, códigos e regulamentos próprios, onde se resumisse toda a ação do Santo Ofício, tanto que, em 1376, é escrito o Manual dos Inquisidores que moldará e direcionará o funcionamento da Inquisição, até a sua extinção em 1859.
Directorium Inquisitorum: O Manual dos Inquisidores
Quando o papa Gregório IX reinvidicou para si a tarefa de perseguir hereges e institui, para isso, inquisidores papais, o que determinava o funcionamento do Tribunal do Santo Ofício era a bula Excommunicamus, que estipulava os procedimentos pelos quais inquisidores profissionais seriam enviados para localizar hereges e persuadí-los a se retratarem.
A bula foi publicada em 1232 e nos anos seguintes a tarefa de interrogar aqueles acusados de heresia foi confiada às ordens mendicantes, sobretudo os dominicanos. Talvez, por serem estes sseguidores dos ensinamentos de São Francisco de Assis, que pregava total desapego às coisas materiais, é que se pensava que seriam os mais indicados para proceder de forma precisa em um julgamento inquisitorial. Vã ironia, tendo em vista as atrocidades que se cometeram em nome de Deus e da fortuna para se manter o combate as heresias.
Gregório IX aparece, com sua mão de ferro, no final de um longo período de lutas contra a heresia por parte da igreja institucionalizada. Vários decretos papais e conciliares haviam tentado regulamentar a heresia e impedir seu crescimento através da instituição de inquisições episcopais. Todavia, os esforços foram em vão e precisou-se, com o passar do tempo, fortalecer a Inquisição para que ela pudesse continuar em sua obra divina.
A partir do momento, que as heresias já não se curvam diante da presença da Inquisição somente eclesiástica, esta se une ao Estado, e a partir daí vai-se criando uma prática de controle severo das doutrinas, legitimadas por sucessivos documentos pontifícios, mas nada, havia ainda que resumisse toda a ação do Santo Ofício em uma única obra.
No início do século XIV, comportamentos dissidentes começaram a ameaçar a integridade da igreja católica, que acumulava, neste período, um poder jamais conseguido na história da humanidade, que incluía o poder sobre os Estados emergentes e sobre as consciências de uma sociedade teocrática.
Para salvar a estrutura inquisitorial, Nicolau Eymerich elabora, em 1376, o Directorum Inquisitorum (Diretório dos Inquisidores), um verdadeiro tratado sistemático dividido em três partes: a) o que é a fé cristã e seu enraizamento; b) a perversidade da heresia e dos hereges; c) a prática do ofício do inquisidor que importa perpetuar.
Trata-se, na verdade, de um manual de “como fazer”, extremamente prático e direto, baseado na documentação anterior e na própria prática inquisitorial do autor. Toda a obra se remete a textos bíblicos, pontifícios, conciliares que justificam e direcionam a prática e o “bom exercício”da Inquisição.
Devido ao surgimento de novas correntes heréticas, no século XVI, fazia-se urgente atualizar o manual de Eymerich. Foi quando o comissário geral da Inquisição Romana, Thoma Zobbio, em nome do senado da Inquisição Romana solicitou a outro dominicano, o canonista espanhol Francisco de la Peña complementar o manual de Eymerich com todos os textos, disposições, regulamentos e instruções aparecidas depois de sua morte, em 1399. Peña redigiu uma obra minunciosa, com nada mais nada menos que 744 páginas de texto com 240 outras de apêndices, publicada em 1585.
A importância de tal obra é tão grande para a época, que depois da Bíblia, foi um dos primeiros textos a serem impressos, em 1503, em Barcelona. E quando o Vaticano quis reanimar a Inquisição para fazer frente a Reforma Protestante, mandou reeditar o livro e distribuiu para todos os inquisidores do mundo europeu.
Os Dominicanos de Deus
Os autores do Manual dos Inquisidores pertenciam a ordem dos dominicanos , que pelo desapego aos bens materiais, através do exemplo de São Francisco de Assis, eram julgados os mais capacitados para assumirem cargos dentro do Tribunal do Santo Ofício.
Nicolau Eymerich nasceu em 1320 em Gerona, no reino da Catalunha e Aragão. Fez-se dominicano, com excelente formação jurídica e teológica. Em 1357 já é inquisidor-geral do reino, exercendo o cargo até 1392. No decorrer de seu exercício teve duas interrupções mais ou menos longas. Pelo excesso de zelo inquisitorial foi exilado dos territórios de Catalunha e Aragão. Mas foi compensado em 1371, com o convite para ser o capelão do papa Gregório IX, quando estava no exílio em Avinhão e depois em Roma. Escreveu o Manual dos Inquisidores, em 1376, tornando-o famoso. Morreu em Gerona em 1399.
Francisco de la Peña é o autor que complementou a obra de Eymerich, conseguindo fortalecer o “direito comum inquisitorial” como norma geral a ser seguida, o quanto possível, por todos os inquisidores em todas as partes que estivesse um olho de Deus, combatendo as heresias. Embora de la Peña seja de suma importância para a concretização do Manual dos Inquisidores, dele pouco se sabe ou se tem notícia dentro do contexto histórico da época.
O Manual dos Inquisidores se constitui em uma obra retilínea e severa, restringindo-se a atuação e o funcionamento do Santo Ofício. Por ser filha de seu tempo esta obra não é apenas um livro que conta como funcionava a Inquisição, mas através dele pode-se também observar aspectos inerentes a sociedade da época. Não é a toa que ao final da obra o autor faz um inventário das 22 rubricas mais recorrentes que o inquisidor pode consultar rapidamente como se fosse um fichário. Afinal a Inquisição lidava com seres que estão propensos a reagir de diferentes formas conforme a situação em que se encontra e somente a Deus e seus representantes, cabe julgar as atitudes e ações contrárias a sua determinações, bem como estipular o valor da fiança a ser paga para a salvação de sua alma.
O Confisco de Bens e o Manual dos Inquisidores
Dentre as questões referentes à prática do Santo Ofício, encontra-se a relativa ao confisco de bens praticado pela Inquisição. Tal prática se tornou cada vez mais recorrente, no decorrer do tempo, principalmente a partir do século XV, entretanto já havia diretrzes que permaneceram, mesmo depois da revisão de la Peña, de como proceder na confiscação de bens. Segundo o Manual dos Inquisidores quem se arrepende antes da sentença que o levou a ser entregue ao braço secular fica com os seus bens. Ao contrário, confiscam-se, ipso uire, os bens de quem só se arrepender depois da sentença de condenação. Os bens destes últimos tornam-se propriedade das autioridades civis, a menos que, por generosidade, estas não o queriam.
Pelo exposto acima, a Inquisição, pelo menos teoricamente, se preocupava com a salvação da alma de seu réu, pois se este se arrependesse antes da sua sentença de morte, estaria salvo e teria recuperado todos os seus bens. A bem da verdade, talvez isto tenha sido usado em princípios de seu funcionamento, ficando relegado a um segundo plano no decorrer do processo.
Mesmo porque o réu não conhecia as leis que o regia, pois raramente sabia ler e quando sabia teria de se contentar com obras que a igreja determinava fora de perigo de perverter seus fiéis. Além do que, somente os inquisidores tinham acesso às leis que regiam a instituição, assim, acredita-se, que mesmo o réu se arrependendo antes de sua sentença de morte, ele raramente recuperava seus bens, pois se argumentaria que estes se destinariam a manutenção do tribunal santo.
Além do mais o próprio manual discute a questão do arrependimento e sua relação com o confisco de bens. Segundo de la Peña , o revisor do Manual dos Inquisidores, a Inquisição deveria ser mais severa com seus infiéis e independente de o herege se arrepender ou não, se o faz antes ou depois da sentença, perde os seus bens (…). Dicscordo totalmente de Eymerich quando defende que se deve devolver os bens dos hereges que se arrepende, depois de ter sido entregue ao braço secular. O que! Um homem desses, culpado de uma tal infâmia, ganharia duas graças – a vida e a posse de seus bens? Um herege desses seria indigno de tanta bondade.
Pelo que se vê, tudo leva a crer que realmente a primeira determinação do manual fica apenas no plano teórico, uma vez que o própria lei que o regia é colocada em dúvida quando o Directorum é revisado, a partir daí se abre uma brecha para que a atuação do Santo Ofício não se limite a apenas conseguir o arrependimento do réu, mas também fundos para que não se morra os olhos e os ouvidos de Deus da face da Terra. Fica bem claro, ao analisar o presente manual, que este se divide em dois momentos distintos, ou seja, quando é escrito, em 1376, e quando é revisado, em 1578. E neste sentido deve-se ter um cuidado redobrado ao analisar a questão do confisco de bens aos olhos da Inquisição. Cabe lembrar ainda, que a Inquisição que se instala na idade média pretendia, tão somente, perseguir aqueles que iam contra a fé católica. A idéia e ambição dos primórdios da Inquisição era manter viva a fé católica, desprovida de qualquer benefício econômico que estes julgamentos pudessem acarretar à igreja. Pois, como bem pôde-se observar anteriormente, o papa Inocêncio III havia determinado que a pena para os hereges seria a destruição de sua casa, de forma que o herege não pudesse deixar nenhum rastro de seu ato tão desprezível aos olhos de Deus e da igreja.
Quando o manual é revisado a europa já se encontra no século XVI, os interesses da Inquisição, neste momento, são outros. O seu ideal de manter a fé católica e fazer com que o penitente se arrependa e possa retornar ao convívio dos seus, em paz, é suplantado pelo interesse político e social. Pois, a europa vive o anseio das grandes descobertas, o capitalismo começa a dar seus primeiros passos e o dinheiro passa a ser o maior interesse dos países europeus, principalmente ibéricos, onde a santa Inquisição atuou com rigores inconcebíveis.
Em nome de um Deus que preferia o dinheiro e a morte nos queimadouros dos autos-de-fé do que a salvação da vida humana, a santa Inquisição ibérica, sobretudo a espanhola, matou, torturou e ousou ir contra os próprios ensinamentos de Cristo que diz: afasta-te de causas mentirosas. Não mates o inocente e o justo, porque não vou absorver o culpado.
Assim, vale dizer que, embora a Inquisição entregasse o réu ao poder civil, para que se cumprisse a sentença de morte, quem a determinava era o Tribunal do Santo Ofício, desta forma quem matava o réu, mesmo que indiretamente era a Inquisição.
O Tribunal de Deus fez muitas vítimas, mas não tantas quanto a partir do século XVI, período este de ascensão econômica e nascimento do capitalismo, onde a igreja católica viu sua liderança começar a ser ameaçada, devido as correntes protestantes e onde, o que é pior, para se manter no equilíbrio a igreja se utilizou de seu poder para que a estrutura sagrada da santa Inquisição não morresse e pudesse continuar combatendo as heresias e enchendo os cofres de Deus de dinheiro e de bens, às custas do sangue daqueles que interessavam, pelo seu poder econômico, a santa madre igreja.
O Reinado do Dinheiro
Em nome do Poder
O confisco de bens e o Manual dos inquisidores
Dentre as questões referentes à prática do Santo Ofício, encontra-se a relativa ao confisco de bens praticado pela Inquisição. Tal prática se tornou cada vez mais recorrente, no decorrer do tempo, principalmente a partir do século XV, entretanto já havia diretrzes que permaneceram, mesmo depois da revisão de la Peña, de como proceder na confiscação de bens. Segundo o Manual dos Inquisidores quem se arrepende antes da sentença que o levou a ser entregue ao braço secular fica com os seus bens. Ao contrário, confiscam-se, ipso uire, os bens de quem só se arrepender depois da sentença de condenação. Os bens destes últimos tornam-se propriedade das autioridades civis, a menos que, por generosidade, estas não o queriam.
Pelo exposto acima, a Inquisição, pelo menos teoricamente, se preocupava com a salvação da alma de seu réu, pois se este se arrependesse antes da sua sentença de morte, estaria salvo e teria recuperado todos os seus bens. A bem da verdade, talvez isto tenha sido usado em princípios de seu funcionamento, ficando relegado a um segundo plano no decorrer do processo.
Mesmo porque o réu não conhecia as leis que o regia, pois raramente sabia ler e quando sabia teria de se contentar com obras que a igreja determinava fora de perigo de perverter seus fiéis. Além do que, somente os inquisidores tinham acesso às leis que regiam a instituição, assim, acredita-se, que mesmo o réu se arrependendo antes de sua sentença de morte, ele raramente recuperava seus bens, pois se argumentaria que estes se destinariam a manutenção do tribunal santo.
Além do mais o próprio manual discute a questão do arrependimento e sua relação com o confisco de bens. Segundo de la Peña , o revisor do Manual dos Inquisidores, a Inquisição deveria ser mais severa com seus infiéis e independente de o herege se arrepender ou não, se o faz antes ou depois da sentença, perde os seus bens (…). Dicscordo totalmente de Eymerich quando defende que se deve devolver os bens dos hereges que se arrepende, depois de ter sido entregue ao braço secular. O que! Um homem desses, culpado de uma tal infâmia, ganharia duas graças – a vida e a posse de seus bens? Um herege desses seria indigno de tanta bondade.
Pelo que se vê, tudo leva a crer que realmente a primeira determinação do manual fica apenas no plano teórico, uma vez que o própria lei que o regia é colocada em dúvida quando o Directorum é revisado, a partir daí se abre uma brecha para que a atuação do Santo Ofício não se limite a apenas conseguir o arrependimento do réu, mas também fundos para que não se morra os olhos e os ouvidos de Deus da face da Terra. Fica bem claro, ao analisar o presente manual, que este se divide em dois momentos distintos, ou seja, quando é escrito, em 1376, e quando é revisado, em 1578. E neste sentido deve-se ter um cuidado redobrado ao analisar a questão do confisco de bens aos olhos da Inquisição. Cabe lembrar ainda, que a Inquisição que se instala na idade média pretendia, tão somente, perseguir aqueles que iam contra a fé católica. A idéia e ambição dos primórdios da Inquisição era manter viva a fé católica, desprovida de qualquer benefício econômico que estes julgamentos pudessem acarretar à igreja. Pois, como bem pôde-se observar anteriormente, o papa Inocêncio III havia determinado que a pena para os hereges seria a destruição de sua casa, de forma que o herege não pudesse deixar nenhum rastro de seu ato tão desprezível aos olhos de Deus e da igreja.
Quando o manual é revisado a europa já se encontra no século XVI, os interesses da Inquisição, neste momento, são outros. O seu ideal de manter a fé católica e fazer com que o penitente se arrependa e possa retornar ao convívio dos seus, em paz, é suplantado pelo interesse político e social. Pois, a europa vive o anseio das grandes descobertas, o capitalismo começa a dar seus primeiros passos e o dinheiro passa a ser o maior interesse dos países europeus, principalmente ibéricos, onde a santa Inquisição atuou com rigores inconcebíveis.
Em nome de um Deus que preferia o dinheiro e a morte nos queimadouros dos autos-de-fé do que a salvação da vida humana, a santa Inquisição ibérica, sobretudo a espanhola, matou, torturou e ousou ir contra os próprios ensinamentos de Cristo que diz: afasta-te de causas mentirosas. Não mates o inocente e o justo, porque não vou absorver o culpado.
Assim, vale dizer que, embora a Inquisição entregasse o réu ao poder civil, para que se cumprisse a sentença de morte, quem a determinava era o Tribunal do Santo Ofício, desta forma quem matava o réu, mesmo que indiretamente era a Inquisição.
O Tribunal de Deus fez muitas vítimas, mas não tantas quanto a partir do século XVI, período este de ascensão econômica e nascimento do capitalismo, onde a igreja católica viu sua liderança começar a ser ameaçada, devido as correntes protestantes e onde, o que é pior, para se manter no equilíbrio a igreja se utilizou de seu poder para que a estrutura sagrada da santa Inquisição não morresse e pudesse continuar combatendo as heresias e enchendo os cofres de Deus de dinheiro e de bens, às custas do sangue daqueles que interessavam, pelo seu poder econômico, a santa madre igreja.
A Inquisição em terras lusitanas
As negociações entre a Coroa portuguesa e a Cúria romana, que procederam o estabelecimento da Inquisição em Portugal, duraram mais de trinta anos. Durante este período, o dinheiro oferecido pelos cristãos-novos contrabalanceava as ofertas da Coroa portuguesa, oscilando em função disso a decisão do papado.
Por volta de 1530, o Estado português, começa a sofrer uma grave crise econômica. O governo de D. João III empenhou-se em luta com a Santa Sé, disputando a distribuição das rendas da igreja e a supremacia dos negócios eclesiásticos do reino.
Ainda em 1525, no primeiro pedido para o estabelecimento do Santo Ofício em Portugal, D.João III remete a Roma sua pretenção e nela pretendia-se apenas julgar os acusados de heresia, ainda sem a violação do segredo das testemunhas e o confisco de bens. Mas a corte romana defendia então uma política generosa em relação aos cristãos-novos, não apenas porque os ideais do Renascimento se inspiravam num clima de paz cristã, como ainda por reconhecer a dinâmica da gente mosaica na formação dos Estados modernos. Pelo que se vê o jogo de interesses é maior do que cumprir os mandamentos de Deus e combater os infiéis aos olhos da igreja.
As negociações continuam até que a Inquisição se estabelece em território lusitano, pela bula de 23 de maio de 1536, que nomeia três inquisidores, os bispos de Lamego, Coimbra e Ceuta. Os termos da bula são benevolentes, reservando aos bispos o direito sobre as coisas da fé e concedendo aos acusados o direito de defesa, bem como proibindo a confiscação de seus bens durante, pelo menos dez anos, pois bem sabia o papa do exemplo da Inquisição espanhola, onde os mais vigiados e acusados eram os comerciantes de sangue judeu .
É evidente que tais disposições seguiam os rigores da Inquisição medieval e era orientada pelo Manual dos Inquisidores. Assim, quando a bula menciona a defesa do réu esta deve se proceder da maneira habitual, com um advogado escolhido pela Inquisição, que deveria agilizar o processo e fazer com que o réu se arrependesse logo .
Além disso, a Inquisição portuguesa é instituída em pleno século XVI, quando a economia capitalista começa florescer e os interesses clericais começam a girar em torno de outros objetivos, do que meramente perseguir hereges e combater heresias.
O primeiro auto-de-fé realizou-se em Lisboa, a 20 de setembro de 1540, seguindo-se outros em Coimbra, Porto, Lamego, Tomar e Évora. Devido a contínuos desentendimentos, o papa mandou suspender a atividade do Tribunal do Santo Ofício em 1544.
O governo português inconformado, propõe negociações e mais negociações até que o papa, diante de uma proposta irrecusável que trazia incomparáveis vantagens econômicas, percebeu a urgência e a necessidade de se combater as heresias e propagar a fé cristã em terras portuguesas e pela bula meditatio cordis, de 16 de julho de 1547, revigora-se a fé católica restabelecendo a Inquisição neste país.
A partir de então a Inquisição portuguesa presencia momentos de extrema eficiência, mas com requintes de crueldade, como os anos em que foi inquisidor-mor D. Henrique, irmão de D. João III, onde ocorreu o corte de toda apelação dos cristãos-novos a Roma e a concentração numa mesma pessoa, rei e inquisidor, a suprema autoridade política e a suprema autoridade religiosa. Assim o Tribunal do Santo Ofício assume o centro de poder do Estado português, mandando e desmandando da forma que lhe conviesse as dissidências da igreja católica.
Mas nem tudo se procedue de forma tranqüila e a Inquisição lusitana encontrou oposição no seio da própria igreja, na figura do padre Antonio Vieira, que tentou de todas as formas impedir a ação do Santo Ofício, tanto que chegou a ir á Roma para denunciar ao papa Clemente IX os métodos e as injustiças da Inquisição portuguesa.
Seu brilhantismo foi tal que em 1674, o papa suspende as atividades do Santo Ofício, mas por pouco tempo pois os hereges portugueses tinham de ser perseguidos e em 1681, o Tribunal de Deus volta as suas atividades normais.
Ao se instaurar a Inquisição em Portugal, algo mudou nesta sociedade. Os povos que viviam relativamente bem foram hostilizados uns contra os outros, e quem saiu perdendo foi o cristão-novo, pois além de assumir perante a igreja, a figura de um grupo perigoso, ele também possuía as riquezas que a igreja tanto precisava para empreender as obras de Deus.
A ação do Santo Ofício português atingiu de forma, quase direta, o povo judeu. Entretanto não se deve esquecer que vários outros grupos e dissidências fizeram parte da lista maldita da Inquisição, porém a ação sobre estes grupos se fazia de forma mais branda e amena para não despertar a crença de que a Inquisição fora instalada para angariar recursos.
Os Hereges
Aqueles que iam contra a santa madre igreja católica eram denominados, por esta, como hereges. Estes eram o alvo principal do Santo Ofício, que o Manual dos Inquisidores classificava como: a) os excomungados; b) os simoníacos (comercialização dos bens da igreja); c) quem se opusesse à igreja de Roma e contestasse a autoridade que ela recebeu de Deus; d) quem cometesse erros na interpretação das Sagradas Escrituras; e) quem criasse uma nova seita ou aderisse a uma seita já existente; f) quem não aceitasse a doutrina romana no que se refere aos sacramentos; g) quem tivesse opinião diferente da igreja de Roma sobre um ou vários artigos de fé; h) quem duvidasse da fé cristã.
Instituído sob o caráter religioso, este tribunal regulava e controlava toda a vida quotidiana dos pensamentos dos cidiadãos, atuando como um tribunal eclesiástico. Com o passar do tempo esta instituição assumiu uma importância extraordinária, no seio de diversas sociedades européias, tanto que não raras vezes, a Inquisição julgou processos comuns, que não diziam respeito a ordem divina, acusando os réus de hereges e submetendo-os aos rigores de suas determinações.
No decorrer dos séculos, vários concílios se realizaram para alterar a lista dos pecados e incluir, de acordo com os interesses da ordem vigente, mais crimes que ofenderiam a fé cristã.
Quando a Inquisição se instala em Portugal, através da bula de 23 de maio de 1536, nela determinava-se quem são os hereges, além dos mencionados no manual dos inquisidores, a serem perseguidos, com maior ênfase, em solo lusitano.
Meses depois, porém, de sua instauração a Inquisição portuguesa lança um édito de explicação em que deviam ficar todos sabendo bem de que culpas se tinham de confessar e quais as que deviam denunciar. Assim estabelecia-se a quem deveria recair os rigores da Inquisição em solo lusitano.
Perante a Inquisição portuguesa deveriam ser denunciados todos aqueles que praticassem ritos judaicos ou mahometanos; bem como perseguir-se todo aquele que, em terras portuguesas, disssesse coisas que diziam respeito a fé luterana. Entretanto não há de se negar que quem mais sofreu com a presença da Santa Inquisição, em solo português, foi o judeu, cristão-novo, o principal elemento visado pelo tribunal.
O judeu, que fora obrigado a se batizar na fé católica, em 1497; convertido passou a ser alvo das perseguições do Santo Ofício, pois devido a imposição da religião católica a este povo, este se viu obrigado a praticar sua crença escondido, longe dos olhos de curiosos que pudessem prejudicar o bom andamento de suas crenças judaicas e os delatar ao Santo Ofício.
Estes judeus conversos eram chamados de hereges judaizantes, e esta denominação era utilizada em todas as sentenças e documentos oficiais da Inquisição, significando os portugueses descendentes de judeus que foram forçados ao batismo em 1497, durante o reinado de D. Manuel I, e que obstinada e secretamente seguiam a religião judaica (…). É pois o português batizado, descendente dos judeus convertidos ao catolicismo e praticante secreto do judaísmo, um herege perante a igreja católica portuguesa.
As garras da Inquisição portuguesa atingiu a muitos, mas em maior escala aplicou seus rigores sobre os cristãos-novos, donos de dois pecados mortais para a igreja católica: professar a fé de Moisés e praticar a usura, que pelo concílio de Paris, de 1213, é colocado como um pecado tão grave quanto a heresia. Além do que a igreja se constitui em um órgão que necessita se manter e viu no surgimento desta prática uma maneira eficiente de salvar as almas destes infiéis, ladrões do tempo do Senhor Deus, e garantir a sobrevivência da Inquisição.
O Pecado: a usura
O Concílio de Viena de 1331 autorizou os tribunais da Inquisição a perseguir os cristãos que praticassem a usura. Note que a determinação não menciona se são cristãos novos ou velhos, abrangendo a todos que professem, forçosamente ou não, a fé católica. Com isso a igreja conseguiu livre arbítrio para setenciar á morte um usurário e ainda ficar com seus bens em troca da salvação de sua alma.
A palavra usura, em seu sentido atual, significa a cobrança de juros exorbitantes. Mas, no tempo medieval e mesmo no século XV, chamava-se usura a cobrança de juros de qualquer espécie ou como define Le Goff, a usura é um valor imposto sobre o poder aquisitivo, sem relação com a produção, freqüentemente mesmo sem relação com as possibilidades de produção.
A igreja condenava o usurário porque ele ganhava sobre um tempo que não lhe pertencia, o fruto de seu dinheiro não vinha de um trabalho suado, pois o seu ganho pressupõe uma hipoteca sobre um tempo que só a Deus pertence.
Os maiores usurários desta época eram os judeus e sobre eles é que recai, sob a figura do cristão-novo, a maior atuação do Tribunal do Santo Ofício, pois impossibilitados de exercer qualquer atividade nas guildas , este grupo procurou alternativas para sobreviver e a que lhe sobrou foi a de comercializar, o que muito bem sabia fazer, fornecendo empréstimos e cobrando juros sobre o dinheiro negociado, conforme o tempo que o negociante esperava para receber.
Entretanto, embora os judeus fossem os maiores representantes desta classe, os cristãos também praticavam a usura, fraudando de inúmeras maneiras a sua proibição. O fato é que muitos cristãos praticavam este pecado, trazendo para os adeptos de Cristo uma preocupação cada vez maior com os lucros e a concorrência que os judeus representavam.
Através da ordenança de Melum,de 1220 os judeus foram relegados à baixa usura, ou seja, só poderiam emprestar sob penhor, isto é, aos camponeses, aos artesãos ou à plebe. Assim, parece, que desde o princípio da prática da usura, o que era vinculado as heresias determinadas pelo Santo Ofício era um jogo de interesses, que reinava e se procedia conforme interessava para o equilíbrio da sociedade cristã.
O que se percebe é que havia uma preocupação, por parte da igreja católica, em colocar os negócios do povo hebreu em uma escala inferior em detrimento da ação dos usurários cristãos. No entanto, por mais que a igreja e a política vigente se esforçasse para conter a ação judaica, nada a impedia, tanto que, na França, no século XIII, Felipe, o Belo, expulsa os judeus de seu território, deixando, lamentações, por parte de quem se viu obrigado a negociar com os usurários cristãos. Tal tristeza é expressa em um poema, que se lamenta dizendo:
Toda gente pobre se queixaPois os judeus foram muito mais bondososAo fazer seus negóciosDo que o são agora os cristãosPedem garantias e vínculosPedem penhores e tudo estorquemA todos despojando e esfolando… Mas se os judeus Permanecessem no reino da França, Os cristãos teriam tidoMuito grande ajuda, que agoraNão tem mais. (século XIII)
O que se lamenta, na verdade, é a presença de um negociante mais modesto, bemo como uma ajuda maior pois ao que tudo leva a crer é que com a expulsão dos judeus do território francês, até mesmo os cristãos usurários se viram coagidos, haja vista a perseguição, sempre presente, do Santo Ofício.
Em Portugal, a usura foi apenas mais um pretexto para que se perseguisse o judeu, que juntamente com suas práticas heréticas judaizantes, se tornavam alvo fácil para quem só queria enriquecer através da legitimidade de um órgão da igreja.
O Santo Ofício português começa atuar em um período propício, economicamente falando, para o restante do mundo europeu, pois o espírito capitalista começa dar seus primeiros passos e onde o comerciante tem influência, (…), a economia progride, a agricultura se desenvolve, as cidades se estruturam.
É neste momento, também que a economia na europa começa a girar e as rodas da fortuna começam a aparecer, através de lucros advindos, para a igreja católica, de maneira ilícita, pois o usurário ganha dinheiro sobre um tempo que só a Deus pertence, pois o tempo é um dom de Deus e não pode por isso, ser vendido , mas os tempos são outros e o tempo que a Idade Média opôs ao mercador é levantado no início do Renascimento. O tempo, que só pertencia a Deus, é agora propriedade do homem.
Nesta dinâmica de desenvolvimeto europeu é que Portugal instaura a Inquisição em seu território e funda seu império colonial além-mar. Mesmo que, a Inquisição tivesse se estabelecido neste território, sob a claúsula de que não se confiscasse bens de condenados, durante pelo menos dez anos. O certo é que os abusos foram cometidos e em nome do progresso que se instalava e propagava no restante da europa, Portugal viu na Inquisição e na prática do confisco de bens, a oportunidade para que o sonho dourado de estabilidade política e econômica se concretizasse através da salvação das almas.
Assim, além de utilizar seu poder para fazer crescer e avolumar o cofre de Deus, em troca da salvação das almas dos infiéis, o Santo Ofício infrigiu o maior dos mandamentos da lei de Deus: Não Matarás. E, embora, pela mentalidade medieval e inquisitorial, não fosse a igreja que executasse a sentença, mas sim o Estado. O fato é que era a igreja que julgava, torturava e, indiretamente, matava em nome de Deus, do Poder e da Política.
Inquisição: Poder e Política em nome de Deus
Inserido em um cenário de poder eclesiástico absoluto e soberano é que o Tribunal do Santo Ofício é instaurado em 1236 pelo papa Gregório IX, que temendo as ambições político-religiosas do imperador Frederico II, toma para si a responsabilidade de perseguir os hereges que começavam a incomodar o alicerce da Igreja católica , bem como a estrutura dos estados monárquicos de então, que tinham como um dos pontos de unificação de seu território a religião predominante da época.
Antes de se instaurar o Tribunal do Santo Ofício, propriamente dito, no início da idade média, a Igreja estruturou a sua justiça, limitando-se a uma justiça disciplinar. O seu procedimento era distinto da justiça comum da época, pois sua investigação era secreta e arrancar a confissão do réu constituía-se no âmago da questão. Esta justiça somente era aplicada ao clero. Entretanto, com o IV Concílio de Latrão, de 1216, através do papa Inocêncio III, firmou-se o metodo inquisitio .
Nasce, então, no seio da Igreja católica, o Sistema Processual Inquisitório, onde a autoridade responsável dispõe de poderes para, por sua iniciativa, abrir o processo, colher as provas que julgar necessárias e proceder secretamente no interesse em obter a confissão do réu.
É esse sistema processual inquisitório que lançará as diretrizes e norteará todo o funcionamento da Inquisição, através de seus atos, mandos e desmandos em nome de Deus.
São Mateus-13:24- Propôs-lhes outra parábola, dizendo: O reino dos céus é semelhante ao homem que semeia a boa semente no seu campo;
25 Mas, dormindo os homens, veio o seu inimigo, e semeou joio no meio do trigo, e retirou-se.
26 E, quando a erva cresceu e frutificou, apareceu também o joio.
27 E os servos do pai de família, indo ter com ele, disseram-lhe: Senhor, não semeaste tu, no teu campo, boa semente? Por que tem, então, joio?
28 E ele lhes disse: Um inimigo é quem fez isso. E os servos lhe disseram: Queres pois que vamos arrancá-lo?
29 Ele, porém, lhes disse: Não; para que, ao colher o joio, não arranqueis também o trigo com ele. 30 Deixai crescer ambos juntos até à ceifa; e, por ocasião da ceifa, direi aos ceifeiros: Colhei primeiro o joio, e atai-o em molhos para o queimar; mas, o trigo, ajuntai-o no meu celeiro.
São Mateus13:36 Então, tendo despedido a multidão, foi Jesus para casa. E chegaram ao pé dele os seus discípulos, dizendo: Explica-nos a parábola do joio do campo.
37 E ele, respondendo, disse-lhes: O que semeia a boa semente, é o Filho do homem;
38 O campo é o mundo; e a boa semente são os filhos do reino; e o joio são os filhos do maligno;
39 O inimigo, que o semeou, é o diabo; e a ceifa é o fim do mundo; e os ceifeiros são os anjos.
40 Assim como o joio é colhido e queimado no fogo, assim será na consumação deste mundo.
41 Mandará o Filho do homem os seus anjos, e eles colherão do seu reino tudo o que causa escândalo, e os que cometem iniqüidade.
42 E lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá pranto e ranger de dentes.
43 Então os justos resplandecerão como o sol, no reino de seu Pai. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça. Judas-I: 9-Mas o arcanjo Miguel, quando contendia com o diabo, e disputava a respeito do corpo de Moisés, não ousou pronunciar juízo de maldição contra ele; mas disse: O Senhor te repreenda.
10 Estes, porém, dizem mal do que não sabem; e, naquilo que naturalmente conhecem, como animais irracionais se corrompem.
11 Ai deles! porque entraram pelo caminho de Caim, e foram levados pelo engano do prêmio de Balaão, e pereceram na contradição de Coré.
12 Estes são manchas em vossas festas de amor, banqueteando-se convosco, e apascentando-se a si mesmos sem temor; são nuvens sem água, levadas pelos ventos de uma para outra parte; são como árvores murchas, infrutíferas, duas vezes mortas, desarraigadas;
13 Ondas impetuosas do mar, que escumam as suas mesmas abominações; estrelas errantes, para os quais está eternamente reservada a negrura das trevas.
14 E destes profetizou também Enoque, o sétimo depois de Adão, dizendo: Eis que é vindo o Senhor com milhares de seus santos;
15 Para fazer juízo contra todos e condenar dentre eles todos os ímpios, por todas as suas obras de impiedade, que impiamente cometeram, e por todas as duras palavras que ímpios pecadores disseram contra ele.
16 Estes são murmuradores, queixosos da sua sorte, andando segundo as suas concupiscências, e cuja boca diz coisas mui arrogantes, admirando as pessoas por causa do interesse.
17 Mas vós, amados, lembrai-vos das palavras que vos foram preditas pelos apóstolos de nosso Senhor Jesus Cristo;
18 Os quais vos diziam que nos últimos tempos haveria escarnecedores que andariam segundo as suas ímpias concupiscências.
19 Estes são os que causam divisões, sensuais, que não têm o Espírito.
20 Mas vós, amados, edificando-vos a vós mesmos sobre a vossa santíssima fé, orando no Espírito Santo,
21 Conservai-vos a vós mesmos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo para a vida eterna.
22 E apiedai-vos de alguns, usando de discernimento;
23 E salvai alguns com temor, arrebatando-os do fogo, odiando até a túnica manchada da carne.
24 Ora, àquele que é poderoso para vos guardar de tropeçar, e apresentar-vos irrepreensíveis, com alegria, perante a sua glória,
25 Ao único Deus sábio, Salvador nosso, seja glória e majestade, domínio e poder, agora, e para todo o sempre. Amém.

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